Esporte de Aventura.com participa da Segunda Etapa da Copa de Trekking Oeste Paulista 2010.
adriana 3 de julho de 2010
Em sua décima segunda edição, e segunda etapa do ano 2010, a Copa Trekking Oeste Paulista contou com a participação da Esporte de Aventura.com que montou sua tenda na largada da prova, onde os participantes puderam ver de perto alguns produtos da loja. Veja abaixo algumas fotos do evento.
















ESCALADA – Aclimatação as Grandes Altitudes
adriana 22 de junho de 2010

Na foto acima os Sherpas do Himalaia que são mais adaptados as grandes altitudes.
Embora a intensificação da respiração quando se chega a uma altitude elevada seja relativamente modesta, ao longo de aproximadamente uma semana ele se intensifica ainda mais, chegando finalmente, depois de duas a três semanas, a ser cinco ou sete vezes maior que a normal. Esse aumento secundário de respiração é a mais importante adaptação à altitude e determina até que altura um indivíduo será capaz de subir; quanto mais rápida e profundamente ele respirar, mais oxigênio inalará e mais alto poderá chegar a montanha.

Escalador faz uso de máscara de oxigênio durante estada no Everest.
A hiperventilação é a chave de por que um montanhista aclimatado consegue sobreviver no topo do Everest sem o oxigênio suplementar. Como Reinhold Messner expressou memoravelmente, quando chegou ao cume ele “nada mais era que um pulmão arfante”. Quanto mais rapidamente se respira, mais dióxido de carbono se expele, o que baixa a parcial de dióxido de carbono nos pulmões e fornece mais espaço para o oxigênio.
Nem todas as pessoas são capazes de se aclimatar suficientemente para gerar o enorme aumento da respiração necessário para reduzir tanto seu nível de dióxido de carbono, tampouco são capazes de tolerar a queda de acidez do sangue que a acompanha. Essas pessoas nunca chegarão ao topo, pois sua incapacidade de expelir suficiente dióxido de carbono significa que não terão espaço suficiente para o oxigênio em seus pulmões.
De fato o Everest está tão próximo da altitude máxima que podemos atingir que variações mínimas na pressão barométrica, como as causadas pela estação do ano, podem significar a diferença entre o sucesso ou o fracasso de uma subida sem oxigênio suplementar.
Fonte: Texto retirado do livro A Vida no Limite escrito por Frances Ashcroft
Editora: Jorge Zahar Editor – J Z E
II CORRIDA DE AVENTURA – INSTINTO DE AVENTURA na cidade de Virginópolis MG
adriana 4 de junho de 2010
Unipac -Aimorés faz prova de aventura em Virginópolis – MG veja abaixo algumas fotos do evento, feito pelos alunos e professores da faculdade .

- Finalistas

Eq. Campeã

Segunda Colocada

Terceira Colocada







Karol Meyer Bate Novo Recorde.
adriana 27 de maio de 2010
KAROL MEYER (BRASIL) & PATRICK MUSIMU (BELGICA)
Novo recorde mundial no No Limits Tandem de 121metros de profundidade em apnéia !
O recorde foi quebrado durante o “Buddy Dive Freediving Event 2010″, na ilha de Bonaire, Caribe.
Karol atribui sua evolução à parceria com Musimu, que a levou a aprimorar sua técnica para mergulhos profundos,
tornando a brasileira uma das pouquíssimas atletas no mundo à cruzar a barreira dos 100metros de profundidade.
O evento envolve várias atividades como conferências para imprensa, documentário para o canal americano US History Channel e curso de mergulho livre com os recordistas.
Além disto, o recorde foi inteiramente coberto, ao vivo, pelo canal europeu SKY SPORT TV channel.
Saiba mais sobre os campeões: www.karolmeyer.com e www.patrickmusimu.com
Veja abaixo algumas fotos de Karol:
![karolescuta[1] Karol Meyer se prepara para mais um recorde.](http://www.esportedeaventura.com/blog/wp-content//2010/05/karolescuta1-500x331.jpg)
Karol Meyer se prepara para mais um recorde.Foto: Mariska HooijmansConcentração e partida.Foto: Cedric Bourgaux121 metros de Recorde.
![retorno_a_superficie[1] O Retorno.](http://www.esportedeaventura.com/blog/wp-content//2010/05/retorno_a_superficie11-375x500.jpg)
- O Retorno.
Foto: Cedric Bourgaux
![todos_recorde_mundial_121m[1] Comemoração a bordo.](http://www.esportedeaventura.com/blog/wp-content//2010/05/todos_recorde_mundial_121m1-500x331.jpg)
- Comemoração a bordo.
Foto: Cedric Bourgaux
Frostbite: Ulceração Pelo Frio
adriana 18 de maio de 2010

Frostbite nos dedos.
Quando a pele se resfria a temperaturas próximas de zero, podem ocorrer ulcerações em conseqüência do congelamento dos tecidos (frostbites). Isso se produz mais comumente nas extremidades, como as orelhas, o nariz, os dedos das mãos e dos pés. Em casos brandos, somente camadas externas da pele congelam. O frostnip, como é por vezes chamado em inglês, se caracteriza por uma pele branca, de aparência cérea e perda de sensação. É semelhante a queimadura do sol e outras queimaduras de primeiro grau.
Já o frostbite profundo é uma forma mais séria de ulceração que, consiste no congelamento de tecidos mais profundos, como os músculos, ossos e tendões o que, resulta quase invariavelmente em dano permanente do tecido e pode acabar por exigir a amputação. Muitoa exploradores polares e montanhistas perderam os dedos dos pés ou das mãos para o frosbite.
Quando um tecido se congela, formam cristais de gelo nas células e nos fluidos que as banham. Se o congelamento é lento, os cristais de gelo aparecem primeiro nos fluidos extracelulares. Isso aumenta a concentração da solução que permanece não congelada, e arrasta água para fora da célula por osmose ( a tendência da água a se mover de uma solução de alta concentração para uma de baixa concentração). Consequentemente, a célula encolhe e a concentração salina em seu interior se eleva. Como proteínas são permanentemente danificadas por níveis elevados de sal, isso resulta em morte celular. Quando o congelamento é rápido, agulhas de gelo podem se cristalizar dentro das células, perfurando suas membranas. Se cristais de gelo se atritam, podem romper fisicamente as células, uma das razões, por que não é aconselhável esfregar áreas afetadas pelo frostbite.

Frostbite nos dedos dos pés em escalador de expedição ao Everest.
Danos adicionais ocorrem por ocasião do reaquecimento. As células que revestem as paredes dos vasos sanguíneos mais finos são particularmente sensíveis e, quando reaquecidas, tornan-se porosas. Fluido vaza delas, causando inchação do tecido circundante. O extenso dano que pode ocorrer por ocasião do reaquecimento significa que é prudente manter congelado o tecido severamente atacado pelo frostbite, até que o paciente possa receber atenção médica. Descongelar e recongelar pode ser catastrófico.

Inchaço dos tecidos causado pelo frostbite.

Frostbite severo nas pontas dos dedos.
Fonte: Texto retirado do livro: A Vida no Limite – A Ciência da Sobrevivência
Autora: Frances Ashcroft
Editora: JZE – Jorge Zahar Editor
AVIASHOW 2010 – FEIRA DE AVIAÇÃO DE REGENTE FEIJÓ
adriana 18 de maio de 2010
Aviashow 2010 recebe aeronaves do Brasil Inteiro com mais um ano de crescimento.
Nos dias 14,15 e 16 de maio de 2010 foi realizada a 9a edição da Feira de Aviação Desportiva de Regente Feijó- SP – Aviashow 2010 realizada no Aeroporto Clube de Voo Desportivos Aeródromo José Martins da Silva, situado as margens da Rodovia Raposo Tavares Km 555 próximo a cidade de Preisdente Prudente-SP.
O evento contou com a presença de mais de 150 aeronaves de pequeno porte e empresas ligadas a aviação que estiveram presentes com estandes e projetos de aviões recém lançados. Além das aeronaves o céu também contou com a presença de vários pára-quedistas que deram show de beleza colorido no ar de Regente Feijó.
Veja abaixo algumas fotos das aeronaves que pousaram no Aviashow 2010:





II PROVA DE AVENTURA – INSTINTO DE AVENTURA – na cidade de Virginópolis MG nos Dias 29 e 30 de Maio de 2010
adriana 13 de maio de 2010

Vista Geral da Cidade
A cidade de Virginópolis estará mais do que agitada no final de maio com a segunda edição da Corrida de Aventura organizada pelas instituições Faculdade de Educação Física e Pedagogia ISEED; Faculdade de Administração e Enfermagem FAVED e da Faculdade de Educação Física UNIPAC Aimorés. Mostrando estarem antenados com a tendência do aumento dos esportes ao ar livre ou mais comumente chamados esportes outdoor os alunos e professores estarão ganhando conhecimento e experiência nessa modalidade que não pára de crescer ano após ano no Brasil e no mundo.

Veja abaixo um resumo do projeto educacional organizado pelos professores Profa. Priscila Maria Mesquita de Miranda e Prof. Jairo José de Souza Júnior das Faculdades ISEED Virginópolis e UNIPAC Aimorés
Este projeto será desenvolvido com o intuito de propiciar intercâmbio entre os cursos do ISEED/FAVED e UNIPAC Aimorés. Para que este intercâmbio ocorra, teremos como eixo central a realização de um circuito com provas de aventura (trekking e ciclismo). A disputa da prova de esporte de aventura será realizada pelos alunos de Educação Física da UNIPAC Aimorés. Os demais acadêmicos de Educação física, Administração de Empresas, Pedagogia e Enfermagem do ISEED/FAVED prestaram o devido apoio estrutural organizacional para e realização do evento. O evento ocorrerá no município de Virginópolis/MG nos dias 29 e 30 de maio de 2010. Neste período teremos como atividades: palestras, dinâmicas, jogos recreativos, acantonamento e uma prova de esporte de aventura. Estas atividades serão o encerramento da tradicional VII JAC (Jornada Acadêmico Cultural), que terá como tema desta edição: Os Jogos Olímpicos como fator de inclusão social. As atividades do projeto de esporte de aventura terão seu início no dia 29/05/2010, no período da tarde e o encerramento no domingo 30/05/2010. No domingo terá seu início com a prova de esportes de aventura e logo após confraternização. O projeto tem como objetivo fortalecer as competências (teóricas e praticas) adquiridas pelo acadêmico ao longo de sua formação acadêmica, tornando-o apto ao despenho de sua vida profissional, utilizando um saber agir complexo tomando por base a mobilização e a utilização eficaz de uma variedade de recursos. Também visa demonstrar que as Instituições investem, nas diversas facetas de formação humana e educacional de seus alunos: aspectos físico, intelectual, moral, sócio-emocional e interdisciplinaridade; além de promover interdisciplinaridade entre as diversas áreas do saber, demonstrando que os problemas muitas vezes tem sua resolução não apenas por uma área do saber.
Participarão do projeto: Faculdade de Educação Física e Pedagogia ISEED; Faculdade de Administração e Enfermagem FAVED e da Faculdade de Educação Física UNIPAC Aimorés. Cada faculdade terá as suas responsabilidades na elaboração, execução e avaliação deste. Pretende-se por meio da avaliação do projeto propiciar um trabalho eficaz aguçando a reflexão e criatividade dos alunos em relação as suas áreas de atuação. Será despertada nos alunos a noção e visão da importância do trabalho multidisciplinar, os conceitos elementares de sua área de atuação. Serão explorados conceitos de organização, marketing, gestão, finanças, organização e participação e regras em eventos, aperfeiçoamento e aprendizagem na formulação de projetos acadêmicos/intervenção. Auxiliarão para o intercambio entre profissionais multidisciplinares.
Informações ligue: (033) 8843-5350
Perigos e Desafios das Escaladas em Altas Altitudes:
adriana 13 de maio de 2010

Monte Everest
Embora a baixa concentração de oxigênio seja a dificuldade essencial enfrentada por uma pessoa que esteja no topo de uma montanha elevada, outros fatores, como o frio, a desidratação e as queimaduras de sol, também representam problemas. A radiação solar é extraordinariamente intensa porque o ar mais rarefeito provê menor proteção e, sendo exacerbada pelos reflexos emitidos pela neve e o gelo, pode levar a graves queimaduras na face. A umidade também decresce em grandes altitudes, na medida em que a redução da temperatura e da pressão atmosférica significa que a quantidade de vapor d`água no ar é menor. A desidratação que é agravada pela respiração aumentada, é portanto um problema, e é essencial tomar muito líquido para substituir a água que evapora dos pulmões na respiração – o que nem sempre é muito fácil quando se tem que carregar água ou combustível suficiente para derreter a neve. O mais grave de tudo é o frio. A temperatura cai aproximadamente 1grau Celsius a cada 100 metros de aumento de altitude porque, com a crescente rarefação do ar o efeito isolador da atmosfera é menor e, consequentemente, mais calor escapa para o espaço pela radiação. A redução da temperatura se combina com ventos fortes que produzem um fator adicional de “esfriamento pelo vento”. Vários montanhistas perderam as pontas dos dedos das mãos ou dos pés em conseqüência da ulceração pelo frio.

Expedição
A vida no frio é perigosa para seres humanos, como muitos exploradores polares e montanhistas descobriram à custa de suas próprias vidas.
Texto retirado do Livro: A Vida no Limite – A Ciência da Sobrevivência
Escrito por Francês Ashcroft
Editora: Jorge Zahar Editor
O que é o “Mal dos Mergulhadores”
adriana 11 de maio de 2010

Pressão x Altitude
O que é o “Mal dos Mergulhadores”?
Doença de descompressão
A doença de descompressão (também ” mal dos mergulhadores” mal de descompressão, doença dos mergulhadores, doença do caixão) é o nome dado à variedade de sintomas experimentados por uma pessoa exposta a uma redução da pressão do ar que rodeia o seu corpo. É um tipo de disbarismo.
Os gases dissolvidos no sangue formam bolhas que obstruem as vias sangüíneas causando dor e outros sintomas. Bolhas de ar podem formar-se quando uma pessoa passa de um ambiente de alta pressão para um de baixa, o que ocorre durante a emersão em um mergulho.
Exemplos de situações em que pode ocorrer a doença da descompressão:
- Ascensão demasiado rápida de um mergulhador, ou não execução das paragens de descompressão depois de um mergulho demorado.
- Voo ascensional de uma aeronave não pressurizada.
- Falha no sistema de pressurização de uma aeronave.
- Mergulhadores que voam em qualquer tipo de aeronave pouco tempo após um mergulho. As aeronaves pressurizadas não são isentas de risco pois a pressão da cabina não é mantida ao nível da pressão do ar ao nível do mar.
- Um trabalhador que abandona um caixão pressurizado ou uma mina subterrânea que tenha sido pressurizada para impedir a entrada de água.
Embolia gasosa:
A embolia gasosa é a obstrução dos vasos sangüíneos por bolhas de ar na corrente sangüínea, geralmente decorrentes da expansão do ar nos pulmões com a diminuição da pressão durante a subida à superfície em um mergulho.
Durante um mergulho prolongado a certa profundidade, a pressão externa exige uma quantidade de ar cada vez maior a fim de manter os pulmões inflados. Ao voltar à superfície, o mergulhador deve expirar lentamente o ar dos pulmões pois, com a diminuição da pressão, o ar tende a se expandir e pode provocar sérias lesões e até a morte. Além disso, o ar diluído no sangue também irá se expandir rapidamente provocando o aparecimento das bolhas que, por sua vez, irão obstruir a passagem do sangue.
A relação entre tempo de mergulho e profundidade pode ser encontrada na “Tabela de Descompressão” que os mergulhadores devem sempre ter em mãos. Por exemplo, um mergulho de dez minutos a 40 metros de profundidade vai exigir que o mergulhador suba gradativamente para até três metros de profundidade e fique alí por alguns minutos para depois subir à superfície. Se, por alguma razão ele não seguir os procedimentos da tabela, como nos casos em que não tenha oxigênio suficiente nos tanques, ele deverá ser levado para descompressão numa câmara isobárica. Se nada disso for feito, a morte por embolia gasosa é certa.

Descompressã




