Archive for the 'Caiaques' Category

Descida de Caiaque pelo rio Paraitinga

adriana 19 de março de 2010

Descendo o rio Paraitinga

A descida de caiaque começa próximo à cidade de Lagoinha – SP e vai até o bairro de Santa Cruz que pertence ao município de São Luis de Paraitinga – SP (ambas no Vale do Paraíba). É uma boa opção para uma remada de fim de semana: 70 km para serem feitos em dois dias, sem muita pressa, oferecendo algumas emoções, mas nada muito exagerado.

No lado direito da SP-153 sentido São Luis – Lagoinha a 8 km de Lagoinha em uma estrada de terra que vai para a Fazenda Paraitinga existe uma ponte que atravessa o rio Paraitinga. Entra-se facilmente no rio pela esquerda da ponte.

Primeiro Dia: de Lagoinha a Luis de Paraitinga

Depois de uns 20km após a ponte, você chegará a um dos trechos espetaculares do passeio. Neste local, o rio fica com uns 5 a 10 metros de largura, correndo bastante rápido, mas sem apavorar. Há algumas corredeiras leves, rochas pontudas e paralelas ao curso do rio dos dois lados e muitas árvores que formam um túnel de sombra de uns 200 metros.

Depois de uma ilha com corredeiras leves. Logo aparecerá a fazenda São Jorge e um caminho que leva para a cachoeira Grande ( formada por um córrego que deságua no Paraitinga), Faxinal e fazenda Velha.

Cachoeira Grande

Cachoeira Grande

Uns 4 ou 5 km a frente começa um cânion com três corredeiras. A primeira é fácil a segunda têm um pequeno salto e a terceira é um pouco mais forte, com outro salto. Passa-se fácil por todas apenas seguindo alinha d’água.

Uns 3 a 4 km antes de chegar a São Luis do Paraitinga na margem esquerda existe uma pousada chamada Curiangos onde é possível passar a noite caso não queira ficar na cidade.

Segundo dia: de São Luis do Paraitinga ao Bairro de Santa Cruz.

Após passar por São Luis, que é próximo a pousada, a paisagem fica mais bonita, com mata preservada e uma seqüência de corredeiras levíssimas. Uns 500 metros antes do ponto de término do percurso há uma ilha com corredeiras um pouco mais fortes sendo o braço da esquerda mais fácil.

Aproveite para remar com tranqüilidade neste trecho até o Bairro de Santa Cruz, um vilarejo simpático na margem esquerda. Há uma igrejinha, um bar e um campo de futebol.

Para quem gosta de adrenalina uma opção é fazer um rafting no riu Paraibuna em São Luis do Paraitinga

Para quem gosta de adrenalina uma opção é fazer um rafting no rio Paraibuna em São Luis do Paraitinga

Fonte: Revista Go Outside maio de 2008 / Autor: Álvaro de Pierro

Introdução a Canoagem – Dicas de Segurança

adriana 17 de fevereiro de 2010

Roupas dos Bombeiros sempre são de fácil visualização

Roupas dos Bombeiros sempre são de fácil visualização

INTRODUÇÃO A CANOAGEM: DICAS DE SEGURANÇA

☻ Para cada tipo de rio existe um caiaque ideal, assim não tente atravessar uma corredeira com uma canoa canadense, verifique as condições do local onde pretende navegar antes de entrar na água.

☻Mesmo conhecendo o rio, as condições das corredeiras podem mudar com as chuvas assim não saia de casa sem a previsão do tempo para não ser surpreendido.

☻Nunca, jamais tente retornar caso seja pego de surpresa por uma chuva, espere em terra, seja numa ilha ou em local alto da margem do rio para retornar, se necessário volte no dia seguinte.

☻Avise sempre a amigos ou parentes o percurso que pretende fazer com tempo estimado de retorno.

☻Nunca vá sozinho.

☻Em locais frios, casos de hipotermia muitas vezes são cruciais para o desfecho de uma situação de perigo portanto equipe-se com roupas adequadas como as de neoprene e guarde as outras em sacos estanque.

☻Em locais quentes, lembre-se caiaques e canoas não têm teto, portanto, além do colete salva-vidas use protetor solar ou roupas com proteção UV e se necessário repelente.

☻Sempre é bom o uso de relógio para determinar o quanto você já remou e saber qual a hora de retornar ou quantas horas de luz ainda têm.

☻Você não é o Rambo, tão pouco irá usar o caiaque para caçar, portanto, prefira caiaques nas cores vermelho, laranja ou amarelo assim como suas roupas e colete salva-vidas nessas cores, isso facilita a sua visualização por outras embarcações em meio as ondulações e em situações de resgate, confira, http://www.esportedeaventura.com/dep/nautica.html

☻Procure conhecer sua embarcação, por exemplo: Se cair em local profundo qual melhor maneira de subir a bordo novamente? Pelo lado, pela proa ou pela popa?

☻Procure se hidratar e se alimentar antes de sair para travessias com alimentos leves como frutas.

☻Passe em um médico e faça um check-up para verificar como está o motor da sua embarcação, ou seja, você mesmo.

☻Procure a orientação de instrutores para aprender as manobras básicas do seu equipamento.

☻Como existem sacos e embalagens a prova de água leve celular ou rádio para informar sua situação.

Procure se informar sobre as condições do local antes de entrar na água

Procure se informar sobre as condições do local antes de entrar na água

Classes de Rios

adriana 17 de fevereiro de 2010

Trecho de rio classe I

Introdução a Canoagem: Classes de rios

Como em todo esporte ao ar livre é necessário conhecimento prévio das condições do terreno onde se pretende praticar, a canoagem não é diferente, o praticante deve se informar antes de entrar em águas desconhecidas com pessoas da região ou praticantes locais para se prevenir de situações que coloquem em risco a vida já que atrás de uma curva sempre pode surgir uma corredeira e, em dias de tempo instável o praticante pode ser surpreendido por uma chuva repentina que mudará completamente as características das correntezas assim fica como primeira dica, válida para maioria dos esportes outdoor, não sair de casa sem a previsão do tempo. Abaixo segue a descrição de classificação dos rios (lembrando que um rio pode ter mais de uma classificação dependendo da parte navegada):

CLASSE I – Novatos

Não é necessário conhecimento ou grandes habilidades do canoísta pois são rios ou trechos de rios com pouca correnteza e ondas pequenas.

Trecho de rio com Corrediera Classe II

Trecho de rio com Corrediera Classe II

CLASSE II – Iniciantes

Rios ou trechos de rio onde se faz necessário o conhecimento de manobras básicas, com ondas de até um metro, porém lisas (não quebram formando espuma) e estáveis. O percurso a ser seguido claro sendo fácil de determinar qual caminho seguir.

Trecho de rio com corredeiras Classe III

Trecho de rio com corredeiras Classe III

CLASSE III – Intermediários

Aqui se faz necessário o conhecimento de manobras mais complexas pois são rios com ondas altas irregulares onde já existem passagens estreitas e rápidas.

Trecho de rio Classe IV

Trecho de rio Classe IV

CLASSE IV – Avançados

Neste tipo de rio ou trecho de rio as corredeiras além de serem difíceis com águas turbulentas que espumam e, por isso são chamadas de águas brancas, são corredeiras compridas sendo encontrado também passagens estreitas onde são usados apoios ou Scout que indicam o melhor caminho a ser percorrido pelo canoísta.

Corredeira Classe V

Corredeira Classe V

CLASSE V – Especialistas

São corredeiras com passagens obrigatórias de extrema dificuldade e muito violentas e a maioria delas longas aumentando assim a dificuldade de navegação é necessário o uso de apoio Scout e tanto eles como os canoístas devem ter treinamento de resgate.

CLASSE VI

São rios ou trechos com corredeiras impossíveis de transpor com grandes quedas e obstáculos perigosos com risco grande de vida ao navegador.

Leia a matéria dicas de segurança para ter ótimas aventuras e poder contá-las depois. Ok?

Tipos de caiaques

adriana 10 de fevereiro de 2010

Há diversas modalidades de caiaque, cada qual adequado a um propósito específico. A fim de compreender mais sobre os barcos, conheça os seguintes termos:

  • popa – traseira do barco
  • proa – frente do barco
  • casco – fundo do caiaque
  • chine – curva entre as laterais e o fundo
  • rocker – porção da curva entre a popa e a proa que fica acima da linha da água
  • flare – ângulo das laterais com relação ao casco

Os caiaques marinhos ou de turismo são longos, estáveis e têm muito espaço interno e externo para carga. Os cascos são chatos, as chines são rijas e largas, o que lhes dá um flare amplo. Isso torna essa variedade menos manobrável, mas veloz em linha reta. Os caiaques desse tipo também deslizam mais a cada remada, de modo que são mais eficazes do que os tipos esportivos mais curtos. Podem vir em versões com um ou dois assentos e muitos dispõem de lemes que ajudam nas manobras. Pode-se sentar do lado de dentro do caiaque ou escolher modelo que permita sentar em cima – mais parecido com uma canoa.

Os caiaques de água branca são mais curtos e um pouco menos estáveis, mas muito mais manobráveis. Também são mais duráveis e construídos para enfrentar o desgaste nas manobras em corredeiras. Com comprimento típico de 2,5 metros e cascos arredondados, eles têm chines mais suaves e flare mínimo. Isso ajuda nas manobras e na rolagem porque a porção do caiaque que faz contato com a água é menor. Eles também exibem considerável rocker, o que também ajuda limitar o contato com a água. Todos os caiaques para uso em corredeiras são modelos em que o usuário se senta do lado de dentro, e nenhum tem leme.

Os caiaques de surfe não diferem muito dos caiaques para água branca. Uma grande diferença está no rocker. Os caiaques de surfe só tem rocker do lado da proa – a popa é plana, como a de uma prancha de surfe. Muitos caiaques de surfe também têm quilhas de manobra, assim como as pranchas.

Os caiaques podem ser feitos de diferentes tipos de material. Os caiaques de surfe são quase sempre integralmente de fibra de vidro – os modelos para corredeiras são muitas vezes feitos de plástico. Isso acontece porque o plástico tradicional não oferece a rigidez e o baixo peso da fibra de vidro. Os caiaques marinhos também são, geralmente, feitos de plástico, mas podem ser produzidos com madeira. Alguns dos caiaques para corredeiras mais novos são feitos de Kevlar, um material mais leve e mais resistente.

O material usado tem o maior impacto sobre o preço de um caiaque. O plástico é o mais barato, mas também o mais pesado. A fibra de vidro é 20% mais leve que o plástico, mas custa cerca de 20% a mais. O Kevlar é o mais leve e o mais resistente de todos, mas custa duas vezes mais que a fibra de vidro. O peso é algo que precisa ser considerado porque, infelizmente, você passará mais tempo fora do caiaque do que dentro dele. Isso significa carregar o caiaque, instalá-lo e removê-lo do rack no teto de seu carro.

Também é possível optar por um caiaque tradicional, com laterais dobráveis, ou por um modelo inflável. Os caiaques infláveis são leves e mais duráveis do que possa imaginar.

Tudo e algo mais de caiaques e esportes aquaticos, você encontra aqui na Esporte de Aventura.com!


Como funcionam os caiaques

adriana 8 de fevereiro de 2010

Você pode descer por uma garganta rochosa em um rio de montanha enquanto a espuma das águas brancas molha seu rosto. Ou talvez você prefira navegar pelas águas serenas de um lago ao crepúsculo. Quem sabe sua preferência seja remar à sombra de arranha-céus urbanos.

Se você procura aventura, uma manobra aérea nas ondas ferozes do oceano pode ser sua escolha. Qualquer que seja sua preferência, os caiaques têm muito a oferecer a quem ama a vida ao ar livre.

O caiaque é uma embarcação versátil. Alguns caiaques são longos, estreitos e construídos para grandes velocidades. Outros são curtos, largos e podem fazer curvas muito estreitas. Eles podem ser feitos de fibra de vidro, de plástico, de Kevlar e até mesmo de madeira. Alguns caiaques posicionam o usuário em uma carlinga aberta, como uma canoa.

Os remos podem ser curtos ou longos, curvos ou retos, paralelos ou alternados – mas todos são duplos. Decidir que modelo de caiaque e que remo usar depende de diversos fatores.

Caiaque urbano

A renovação dos clubes urbanos de navegação levou à retomada da prática do caiaque em várias cidades norte-americanas. A maior parte das instalações estavam em ruínas, depois de anos de negligência. O resultado era que os remadores não entravam nas vias aquáticas das grandes cidades simplesmente porque não havia um ponto adequado de embarque ou desembarque.

Os praticantes que retomaram o esporte em Portland, Oregon, Manhattan e Washington, D.C. estão tentando mudar essa situação. Todas essas cidades renovaram os abrigos de barcos dilapidados nos rios que as cruzam, a fim de encorajar os remadores a voltar à água. Parte do Projeto de Restauração do Rio Hudson, em Nova York, inclui quatro abrigos de barcos de última geração. O objetivo do projeto é desenvolver oito quilômetros de terras negligenciadas ao longo do rio, a um custo de US$ 550 milhões. Empresas de aluguel de caiaques se estabeleceram no Píer 66, renovado, para oferecer lições e barcos para locação.
E é só na Esporte de Aventura que você encontrará o melhor dos caiaques e outros produtos para o seu esporte de aventura!


Técnicas básicas de caiaque

adriana 8 de janeiro de 2010

Se você nunca usou um caiaque, inicialmente ele pode parecer bem instável, e usar o remo pode causar frustração. Conseguir que o barco se mova em linha reta é complicado, de modo que fazer uma aula para iniciantes é um bom meio de avançar na direção pretendida.

O melhor é começar em um lago calmo a fim de aprender as remadas básicas. Quando entrar na água, escolha um objeto em terra e tente remar na direção dele. No início, o mais provável é que você navegue em círculos ou em ziguezague. Mantenha as remadas curtas e próximas do caiaque – quanto mais longe a lâmina, maior a curva. Para remadas básicas e avanço em linha reta:

  • sente-se com as costas retas
  • coloque a lâmina na água perto da posição de seus pés
  • segure o remo de maneira relaxada
  • afunde bem o remo
  • remadas iguais de cada lado manterão o caiaque em linha reta

Assim que aprender a navegar em minha reta, é preciso aprender a virar. Uma maneira é usar a lâmina do remo como leme. Arraste a lâmina na água atrás de você, perto do barco. Quanto mais agudo o ângulo em relação à sua posição frontal, maior a curva do barco. O caiaque virará na mesma direção da lâmina. Portanto, se quiser virar para a esquerda, arraste-a para a esquerda. Pratique avançar em direção a um objeto em terra e você logo aprenderá o quanto é preciso usar o leme para corrigir o curso.

Essa ação do leme reduz a velocidade do caiaque, de modo que você também deve trabalhar em uma remada que tanto direcione quanto mantenha o barco em movimento. A remada frontal inclinada se assemelha à remada frontal comum. Introduza a lâmina na água perto de seus pés, mas em vez de remar para trás, incline a remada e a conduza mais perto da popa do caiaque. Quanto mais forte a remada, maior a curva. Pratique essa remada até se acostumar bem com ela.

Técnica de braçada baixa

Outra remada muito usada é a braçada baixa. Ela é usada para evitar que o caiaque emborque quando você sente que ele está começando a adernar.

  • Traga o remo para perto da barriga, no convés.
  • Estenda os cotovelos, bem retos, de cada lado.
  • A depender do lado para o qual está adernando, apóie a traseira da lâmina perpendicularmente à superfície da água.
  • Pressione para baixo – isso equilibrará o barco e impedirá que continue a adernar.
  • Use os quadris para conduzir o caiaque de volta à posição vertical, enquanto a lâmina ajuda a manter o equilíbrio.

Essas são apenas algumas das remadas básicas. É impossível aprender tudo que se precisa simplesmente lendo a respeito – a melhor maneira é a prática. Os caiaques de turismo são muito mais fáceis de dominar do que os barcos de corredeiras. Não tente entrar em águas bravias antes de fazer aulas, e vá acompanhado de um praticante experiente. Acesse: http://www.esportedeaventura.com/sessao/caiaques.html, caiaques com preços bem legais.

Campeonato de Canoagem

adriana 23 de novembro de 2009

Galera, este final de semana, na Lagoa Rodrigo de Freitas, Rio de Janeiro, acontece o Campeonato Brasileiro de Canoagem de Velocidade. Maiores informações, acesse o link: http://www.cbca.org.br/evento/index.php?id=250Designed by Tim Sainburg from Brambling Design

Você já pensou em ter um caiaque?