Archive for the 'Filosofia dos novos horizontes' Category

Histórias Incríveis de Sobrevivência: Perdido no Mar

adriana 5 de fevereiro de 2010

Steve Callahan sobreviveu durante mais de um mês sozinho em alto-mar, num bote inflável. Em janeiro de 1982, ele zarpou das Ilhas Canárias num pequeno barco que ele mesmo fez. A embarcação afundou seis dias depois e Callahan ficou à deriva num bote salva-vidas de 1 metro e meio de extensão.

Com apenas 1,5 kg de comida e quatro litros de água, um destilador solar e um arpão de pesca improvisado, ele conseguiu sobreviver até o resgate, 76 dias depois. Ele provavelmente não teria conseguido sem o destilador (que pode tornar a água do mar potável) e o arpão.

. Durante seus mais de dois meses no oceano, o bote em que estava viajou quase três mil quilômetros. Durante toda a provação, Callahan lutou constantemente contra a morte. Ele não apenas perdeu peso, o que o deixou em estado de desnutrição, mas também ficou muito bronzeado e volta e meia lutava contra os tubarões. Embora se sentisse praticamente invisível quando os barcos passavam sem notá-lo, a determinação de Callahan em continuar vivendo foi incrível.

Ele comeu todo o tipo de peixe que podia e encontrou maneiras de ocupar sua mente. Seu raciocínio rápido salvou sua vida. Mesmo quando seu bote começou a dar sinais de vazamento, ele conseguiu mantê-lo flutuando por mais 33 dias, até seu resgate.

Como outros sobreviventes anteriores, Callahan possuía uma vivência considerável. Ele já era marinheiro e construtor de embarcações experiente quando se lançou nessa aventura. Recorreu a suas habilidades e a seu conhecimento do mar para produzir água limpa e conseguir comida.

Ele estava assustado durante todo o tempo, mas sabia que deveria lutar contra seus pensamentos negativos. Se em algum momento ele tivesse desistido, provavelmente não teria sobrevivido. A experiência de Steve Callahan no oceano é uma lição de duas habilidades muito importantes: determinação e atitude positiva.

Equipamentos e técnicas de escalada

adriana 3 de fevereiro de 2010

Na escalada esportiva, o equipamento é bem simples. No mínimo, você precisa:

Em uma típica rota esportiva, dois escaladores usariam um equipamento como este:

O primeiro escalador a subir a rota é conhecido como líder. Enquanto ele está escalando, o líder é protegido pela corda amarrada em sua cadeirinha. A outra extremidade da corda é mantida com o segundo escalador, que é conhecido como o segurança. O segurança corre a corda através do instrumento de segurança anexado à sua cadeirinha e libera mais corda enquanto o líder sobe.

Enquanto o líder escala, ele vai para o primeiro pino na parede rochosa. Um pino é uma âncora permanente que foi fixada na rocha. Há um anel de metal anexado ao pino. O líder usa um mosquetão para conectar a corda ao pino. O mosquetão é um par de ganchos anexados por uma rede de nylon. O líder prende o gancho em uma das extremidades do mosquetão para o pino e corre a corda através do segundo gancho na outra extremidade do mosquetão. O líder prossegue pela rota, enganchando cada pino que aparece.

Se o líder cai, o segurança agarra a corda para evitar a queda. A distância máxima que o líder pode cair é igual a duas vezes a distância entre o último pino e sua posição atual, mais a extensão do cabo solto na linha do segurança, e a corda esticada. A corda de escalada estica para absorver o choque da queda. Então, se o líder estiver a 1,2 metros acima do último pino que ele clipou, o escalador vai cair 2,4 metros (1,2 metros para ficar igual ao pino e 1,2 metros além dele), mais a extensão do cabo solto na linha, e a extensão que a corda estica. Em outras palavras, talvez 3,4 metros.

O líder pode escalar uma altura máxima igual a aproximadamente metade da extensão da corda. Se o líder for mais alto do que isso, não será possível para o segurança abaixá-lo de volta para o chão se o líder cair e se machucar. Como as cordas têm de 50 a 60 metros de extensão, isto significa que a distância que o líder pode escalar antes de parar é de 25 a 30 metros.

O líder escala até uma saliência de um rochedo, prende a âncora na rocha com uma pequena corda ou rede e os dois escaladores trocam de função. O líder se torna o segurança de cima para o segundo escalador. O segundo escalador desconecta e recolhe os mosquetões colocados pelo líder enquanto subia.

Uma vez que o líder e o segundo escalador estejam juntos novamente, eles completaram o primeiro largo. Eles então vão repetir o processo para escalar o segundo largo, e assim por diante, até chegarem ao destino.

E se tudo isso sobre escalada, despertou em você a vontade de tentar praticar esse esporte repleto de aventura, acesse o site da Esporte de Aventura e confira nossos produtos de perfeita qualidade que proporcionarão a vocês uma sensação inédita!


Passeios de aventura

adriana 15 de janeiro de 2010

Decidir sobre a viagem de aventura ideal para você pode ser uma experiência interessante. Existem milhares de opções e fica difícil saber por onde começar. A melhor maneira para se decidir é entrar em contato com uma agência de viagens que oferece ou é especializada em turismo de aventura. Ela pode ajudar a escolher entre as várias opções disponíveis.

Um escalador de montanha sobe por uma rocha no Alasca

Um escalador de montanha sobe por uma rocha no Alasca

Além de procurar ajuda de uma agência de viagens, a primeira coisa que você deve fazer é determinar exatamente o quão aventureiro você é. Muitas turnês de aventura podem incorporar atividades perigosas e emocionantes como o paraglider, o rafting e as grandes caçadas. Outras requerem excelente forma física como a escalada de montanhas, as escaladas de rochas, o surfe em ondas gigantes e caminhadas na neve por tundras congeladas. Seja sincero com você mesmo sobre suas capacidades.

Os safáris são aventuras leves e emocionantes que atraem pessoas de todas as idades. Várias agências de viagens oferecem passeios de direção e caminhada com guias experientes pelas planícies africanas. A grande atração de um safári é a chance de chegar perto dos “cinco grandes”: leão, leopardo, elefante, rinoceronte e búfalo.

Muitas vezes o próprio destino já é uma aventura. As Sete Maravilhas do Mundo há muito já são destinos turísticos populares. Acrescentar o ciclismo e a caminhada (em inglês) a esses locais aguça a aventura.

E é claro, com tantas oportunidades de passeios de aventura pelo mundo, o excencial e mais importante para ajudá-lo nesses passeios são os produtos da Esporte de Aventura presentes em nosso site:

Perfil de um viajante de aventura

adriana 14 de janeiro de 2010

Um estudo da Associação da Indústria do Turismo da América (TIA) mostra que cerca de 20% dos viajantes adultos são turistas de aventura. O mesmo relatório indica que 10% de todos os americanos já embarcaram em férias de aventura.

O perfil das pessoas que embarcam em um turismo de aventura pode surpreender. Enquanto os turistas de aventuras radicais geralmente são homens solteiros com pouco mais de 20 anos e com curso superior, os aventureiros “leves” compreendem uma vasta gama de pessoas: os americanos que estão dentre 50 e 60 anos de idade e as pessoas mais velhas. Mas as mulheres que buscam aventuras é que fazem o segmento da indústria crescer mais rapidamente.

Alcançar o topo do Monte Everest no Nepal produz uma experiência de apogeu poderosa e de mudança de vida

Alcançar o topo do Monte Everest no Nepal produz uma experiência de apogeu poderosa e de mudança de vida

Os benefícios do turismo de aventura podem ser ótimos para homens e mulheres. As férias mais fisicamente extenuantes possuem benefícios óbvios para a saúde e podem ajudar a aumentar a auto-estima por meio de tarefas difíceis. A “experiência do apogeu” que se tem ao chegar ao topo de uma montanha pode ser conquistada alcançando qualquer objetivo físico. Desafios físicos requerem foco e concentração intensos, o que é um excelente exercício mental.

Além de aumentar a auto-estima, existem também benefícios psicológicos. Enfrentar situações de perigo e desconhecidas pode ser uma experiência mentalmente estimulante. Muitos aventureiros afirmam que se sentem mais vivos durante suas viagens e que isso também proporciona auto-conhecimento. Uma noção de calma e leveza da mente também contribui para os ganhos psicológicos do turismo de aventura.

Se pretende conhecer melhor uma vida de aventuras que lhe poderá proporcionar auto-estima e conhecimento, acesse a loja da Esporte de Aventura e confira nossos equipamentos para expandir seus horizontes:

Parques Nacionais

adriana 10 de dezembro de 2009

Os Parques Nacionais são áreas protegidas por lei que representam um ecossistema, no Brasil temos vários parques e vale a pena conferir. Um parque legal e de fácil acesso é o Parque Nacional de Itatiaia, seu acesso é pela Via Dutra, sentido Rio – SP, na cidade de Itatiaia. Este parque tem várias trilhas, mas a melhor delas é a caminhada dos Três Picos. As cachoeiras também valem a pena, mas o lago azul é imperdível.
Outro lugar muito legal é o Parque Nacional da Serra da Bodoquena, o parque não possui infra estrutura, mas como está perto de Bonito (MS), dá para aproveitar as belezas da região e ter um lugar digno para tomar banho e dormir. Aliás, como a região é formada por rochas calcáreas, os rios são transparentes, porque o calcáreo arrasta as partículas de matéria orgânica para o fundo do rio, um show…Parece que estamos num aquário com peixes em volta.