Os primeiros passos do Wakeboard
adriana 28 de janeiro de 2010
A primeira prancha de wakeboard, a Skurfer, desenvolvida por Tony Finn, foi lançada no mercado em 1985. Tinha o mesmo formato de uma prancha de surf – bico pontudo, traseira arredondada e uma quilha. A Skurfer tornou-se muito popular e pessoas influentes na indústria de esportes aquáticos começaram a prestar atenção nesse esporte que estava em rápido crescimento.
As pranchas de hoje tem 1,5 m de comprimento e 60 cm de largura no centro, com bico e traseira obtusos. Uma ou várias quilhas permitem a realização de manobras. A grande maioria das pranchas de wakeboard são feitas de fibra de vidro e grafite e possuem botas presas à prancha para segurar os pés do esportista. Recentemente, os fabricantes incluÃram um design com pontas gêmeas que permitem movimentação mais fácil para todas as direções.

Apesar das pranchas de wakeboard terem aparência muito semelhante, elas variam muito em desempenho. É importante pensar no que a prancha pode fazer, nas bordas, e na habilidade de pousar e realizar manobras no ar.
O ato de segurar a prancha na mão é chamado de pegada. Quando você faz um bone, suas pernas ficam totalmente esticadas. Algumas vezes você pode fazer um case, que significa pousar diretamente sobre a marola. Quando a água está calma, é chamada de vidro. Se cair da sua prancha, isto é chamado de bail. Falando em quedas — digger, faceplant, wipeout e stack referem-se a quedas feias. Você pode até fazer um butt check, um pouso ruim, no qual o bumbum bate ou se arrasta na água. Se você pegar uma marola irregular ou turbulenta, pode chamá-la de washy wake. Você pode ser goofy, se usar seu pé direito na frente, ou regular, se usar o pé esquerdo na frente.

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