Histórias Incríveis de Sobrevivência: Perdido mas não sozinho

adriana 11 de fevereiro de 2010

O que começou como uma simples caminhada partindo do acampamento em Chute Canyon, em Utah, logo se transformou em acidente para os irmãos Justin e Jeremy Harris. Os dois estavam fazendo rapel num grande rochedo quando Justin escorregou e caiu mais de 3 metros, quebrando a perna logo abaixo do joelho.

Com a noite se aproximando rapidamente, depois de uma breve discussão, eles perceberam que Jeremy precisava deixar Justin para ir atrás de ajuda. “Tudo conspirava contra nós”, disse Justin. “Mas estávamos determinados a continuar vivendo”.

Após Jeremy ter acomodado seu irmão com roupas isolantes, comida e água, retornou ao camping, que estava a 6,4 km de distância. Infelizmente, Jeremy tomou o caminho errado, indo parar num outro cânion, a 3,2 km, em meio a várias fendas cheias de água. Ele sabia que não iria durar muito tempo encharcado e sob baixas temperaturas – então parou e montou uma fogueira para se secar.

No caminho, a lanterna de Jeremy gastou duas cartelas de pilhas e a água acabou. Finalmente, depois de mais de 20 horas desgastantes, Jeremy conseguiu chegar ao camping – e a seu telefone celular – para relatar o incidente. A hipotermia e o choque térmico de Jeremy foram tratados mais tarde, num hospital das redondezas.

Enquanto isso, Justin tentava manter sua perna elevada num amontoado de corda. Ao amanhecer, ele ansiava por temperaturas mais quentes, mas pelo fato de estar num vale tão profundo, viu apenas meia hora dos raios do sol. A esperança de Justin em ser resgatado no mesmo dia também não vingou. Além disso, teve de agüentar mais uma noite de baixas temperaturas antes que o auxílio chegasse. O rapaz ficou entre as escarpas por mais de 36 horas, rodeado por lama e água gelada, lutando contra a hipotermia e contra a dor da perna quebrada.

Jeremy Harris caminhou em meio às fendas cheias de água, semelhante ao que vemos aqui no Bluejohn Canyon

Jeremy Harris caminhou em meio às fendas cheias de água, semelhante ao que vemos aqui no Bluejohn Canyon


Para tirá-lo de lá, o grupo de resgate amarrou Justin num tobogã de fibra de vidro e metal, e ele foi trazido para um rochedo a uma altura de 136 metros. Um membro da equipe colocou um cobertor sobre a cabeça de Justin para ele não perceber a altura durante a suspensão de cinco horas pelo helicóptero.

Justin estava isolado das baixas temperaturas que o rodeavam e tinha comida e água suficiente para mantê-lo enquanto Jeremy buscava ajuda. Enquanto estava preso em meio aos rochedos, ele quebrou as garrafas de água nas pedras e comeu lascas de gelo para se manter hidratado. Esse tipo de raciocínio salvou sua vida. Agora, Justin necessita apenas de um imobilizador de perna. Como muitos outros sobreviventes, Justin disse que pensava em sua família – sua esposa e seus quatro filhos – e isso sustentou sua vontade de sobreviver.

Tipos de caiaques

adriana 10 de fevereiro de 2010

Há diversas modalidades de caiaque, cada qual adequado a um propósito específico. A fim de compreender mais sobre os barcos, conheça os seguintes termos:

  • popa – traseira do barco
  • proa – frente do barco
  • casco – fundo do caiaque
  • chine – curva entre as laterais e o fundo
  • rocker – porção da curva entre a popa e a proa que fica acima da linha da água
  • flare – ângulo das laterais com relação ao casco

Os caiaques marinhos ou de turismo são longos, estáveis e têm muito espaço interno e externo para carga. Os cascos são chatos, as chines são rijas e largas, o que lhes dá um flare amplo. Isso torna essa variedade menos manobrável, mas veloz em linha reta. Os caiaques desse tipo também deslizam mais a cada remada, de modo que são mais eficazes do que os tipos esportivos mais curtos. Podem vir em versões com um ou dois assentos e muitos dispõem de lemes que ajudam nas manobras. Pode-se sentar do lado de dentro do caiaque ou escolher modelo que permita sentar em cima – mais parecido com uma canoa.

Os caiaques de água branca são mais curtos e um pouco menos estáveis, mas muito mais manobráveis. Também são mais duráveis e construídos para enfrentar o desgaste nas manobras em corredeiras. Com comprimento típico de 2,5 metros e cascos arredondados, eles têm chines mais suaves e flare mínimo. Isso ajuda nas manobras e na rolagem porque a porção do caiaque que faz contato com a água é menor. Eles também exibem considerável rocker, o que também ajuda limitar o contato com a água. Todos os caiaques para uso em corredeiras são modelos em que o usuário se senta do lado de dentro, e nenhum tem leme.

Os caiaques de surfe não diferem muito dos caiaques para água branca. Uma grande diferença está no rocker. Os caiaques de surfe só tem rocker do lado da proa – a popa é plana, como a de uma prancha de surfe. Muitos caiaques de surfe também têm quilhas de manobra, assim como as pranchas.

Os caiaques podem ser feitos de diferentes tipos de material. Os caiaques de surfe são quase sempre integralmente de fibra de vidro – os modelos para corredeiras são muitas vezes feitos de plástico. Isso acontece porque o plástico tradicional não oferece a rigidez e o baixo peso da fibra de vidro. Os caiaques marinhos também são, geralmente, feitos de plástico, mas podem ser produzidos com madeira. Alguns dos caiaques para corredeiras mais novos são feitos de Kevlar, um material mais leve e mais resistente.

O material usado tem o maior impacto sobre o preço de um caiaque. O plástico é o mais barato, mas também o mais pesado. A fibra de vidro é 20% mais leve que o plástico, mas custa cerca de 20% a mais. O Kevlar é o mais leve e o mais resistente de todos, mas custa duas vezes mais que a fibra de vidro. O peso é algo que precisa ser considerado porque, infelizmente, você passará mais tempo fora do caiaque do que dentro dele. Isso significa carregar o caiaque, instalá-lo e removê-lo do rack no teto de seu carro.

Também é possível optar por um caiaque tradicional, com laterais dobráveis, ou por um modelo inflável. Os caiaques infláveis são leves e mais duráveis do que possa imaginar.

Tudo e algo mais de caiaques e esportes aquaticos, você encontra aqui na Esporte de Aventura.com!


Como funcionam os caiaques

adriana 8 de fevereiro de 2010

Você pode descer por uma garganta rochosa em um rio de montanha enquanto a espuma das águas brancas molha seu rosto. Ou talvez você prefira navegar pelas águas serenas de um lago ao crepúsculo. Quem sabe sua preferência seja remar à sombra de arranha-céus urbanos.

Se você procura aventura, uma manobra aérea nas ondas ferozes do oceano pode ser sua escolha. Qualquer que seja sua preferência, os caiaques têm muito a oferecer a quem ama a vida ao ar livre.

O caiaque é uma embarcação versátil. Alguns caiaques são longos, estreitos e construídos para grandes velocidades. Outros são curtos, largos e podem fazer curvas muito estreitas. Eles podem ser feitos de fibra de vidro, de plástico, de Kevlar e até mesmo de madeira. Alguns caiaques posicionam o usuário em uma carlinga aberta, como uma canoa.

Os remos podem ser curtos ou longos, curvos ou retos, paralelos ou alternados – mas todos são duplos. Decidir que modelo de caiaque e que remo usar depende de diversos fatores.

Caiaque urbano

A renovação dos clubes urbanos de navegação levou à retomada da prática do caiaque em várias cidades norte-americanas. A maior parte das instalações estavam em ruínas, depois de anos de negligência. O resultado era que os remadores não entravam nas vias aquáticas das grandes cidades simplesmente porque não havia um ponto adequado de embarque ou desembarque.

Os praticantes que retomaram o esporte em Portland, Oregon, Manhattan e Washington, D.C. estão tentando mudar essa situação. Todas essas cidades renovaram os abrigos de barcos dilapidados nos rios que as cruzam, a fim de encorajar os remadores a voltar à água. Parte do Projeto de Restauração do Rio Hudson, em Nova York, inclui quatro abrigos de barcos de última geração. O objetivo do projeto é desenvolver oito quilômetros de terras negligenciadas ao longo do rio, a um custo de US$ 550 milhões. Empresas de aluguel de caiaques se estabeleceram no Píer 66, renovado, para oferecer lições e barcos para locação.
E é só na Esporte de Aventura que você encontrará o melhor dos caiaques e outros produtos para o seu esporte de aventura!


Mochileiros de plantão

adriana 20 de novembro de 2009

Vai viajar? Não sabe como escolher sua mochila, eta tarefa difícil mesmo!!! Mas a minha primeira dica é…escolha uma boa marca. Caso a viagem seja longa, opte pelas cargueiras de maior tamanho, como por exemplo a Deuter 70+15, esta sem dúvida é uma mochila que agrada muita gente. Ela tem qualidade muito boa, zíperes grandes, capa de chuva e vários compartimentos para guardar um monte de coisas!!! Muito boa mesmo!!! Mas se a grana estiver curta e você achar o preço salgado, calma, não se desespere…existem outras opções que agradam… a Highlander da Curtlo é interessante e a Poincenot da Conquista também, são modelos mais baratos que atendem muito bem. Continuar lendo »