Expedições de Alpinismo

adriana 12 de fevereiro de 2010

O relevo brasileiro não ajuda muito, mas isso não impede que o alpinismo ganhe cada vez mais popularidade no país – o número de praticantes e adeptos cresce ano após ano.

Mas, o que é o alpinismo? Ao pé da letra, alpinismo nada mais é do que a prática de subir montanhas, caminhando ou escalando.

O esporte se consagrou nos Alpes europeus, e tem seu início marcado principalmente pela subida em 1786 do Mont Blanc, ponto culminante da cadeia de montanhas, com 4.807 m de altitude, localizado entre a França e a Itália (Imagem acima).

O nome “alpinismo” remete portanto aos Alpes. Aqui no Brasil, também se usa o termo montanhismo. Alpinismo e/ou montanhismo é uma questão de conceito.

Alpinismo geralmente remete à montanha gelada, com neve. Existe ainda um regionalismo na definição do esporte, como o “andinismo” nos Andes ou o “himalaísmo”, no Himalaia. A nomenclatura depende da montanha existente na região.

Também aqui no Brasil existe uma corrente que diz que montanhismo é qualquer atividade realizada em uma montanha – pode ser até mesmo uma simples caminhada. Já a partir do momento em que você utiliza equipamentos técnicos você está praticando o alpinismo.

E se você curte ou pretende começar uma jornada de montanhismo ou alpinismo, acesse agora o site da Esporte de Aventura e confira nossos produtos de perfeita qualidade, tornando assim suas jornadas cada vez mais fascinantes!


Física no Wakeboard?

adriana 1 de fevereiro de 2010

Antes de aprender a saltar, é útil entender alguns dos princípios da física que se aplicam ao wakeboard:

  • O centro de gravidade é o ponto médio no peso de um objeto. A manipulação do centro de gravidade durante a prática de wakeboard afeta a velocidade com que você entra na marola e a altura do seu salto. Também pode mudar com o ângulo da prancha. A água abaixo da prancha de wakeboard é mais densa do que a própria prancha.
  • A tensão da superfície faz com que as moléculas de água permaneçam juntas em um lençol aderente, afetando como a marola ou a onda se junta e como a prancha navega pela marola.
  • A Terceira Lei de Newton de Ação e Reação : Ao se inclinar para trás e dobrar os joelhos na prancha de wakeboard, o ângulo da prancha irá mudar, aumentando sua velocidade enquanto você se aproxima do momento do salto.

Quando mais você esticar a corda, maior será o aumento da energia da força de tensão. Isto também é chamado de tensão da linha. Incline-se para trás e em direção ao centro da prancha para diminuir seu centro de gravidade. Este movimento aumenta a tensão da corda e lhe dá velocidade adicional ao saltar. Um pouco antes de atingir a marola, levante-se devagar. Dobre os joelhos e vá cortando lentamente até a marola, mantendo a corda tensa.

As duas forças principais que mais influenciam o movimento da prancha de wakeboard são a resistência (drag) que a prancha encontra ao mover-se pela água e a tensão da sua corda.

Tensão é uma força de reação: Está diretamente relacionada à força aplicada na corda. Quanto mais você puxar a corda, mais alta será a tensão e mais força a corda exercerá sobre você. Para manter sua prancha flutuando, você precisa da tensão da corda para agir contra a o peso da gravidade e impedir que você afunde passando pela superfície de tensão da água.

A tensão da corda também pode lhe dar velocidade extra. Se você se inclinar, fazendo com que a corda estique um pouco mais, você aplica mais força à corda e, simultaneamente, ela aplicará mais força em você. Você pode usar essa força para conseguir mais energia para suas manobras.

E se você ja sentiu a sensação maravilhosa de estar flutuando em uma prancha de Wakeboard ou ainda quer sentir, acesse o site da Esporte de Aventura e começe já a praticar esse esporte de tão grande adrenalina!

Mochileiros, a arte de desvendar o desconhecido

adriana 26 de janeiro de 2010

Nada melhor para despertar a humildade do que o peso de suas próprias posses no sopé de uma trilha íngreme. Você para para observar seus caminhos tortuosos. Suas coxas doem. Suas costas estão latejando. Você começa a fazer as contas. Não há ninguém a culpar a não ser você mesmo pelas quatro latas extras de feijão ou o terceiro par de calçados que você enfiou na mochila no último minuto. Enquanto você sobe a colina, percebe o que teria sido útil para seu corpo – condicionamento físico – e o que não faria falta – calçados irrelevantes – quando você se aprofunda nas matas.

Durante uma viagem de mochila, você presenciará algumas visões espetaculares.

Durante uma viagem de mochila, você presenciará algumas visões espetaculares.

Passear ou viajar de mochila é um desafio e tanto. Você não apenas se entrega à natureza e suas maravilhosas paisagens campestres, mas também faz um ótimo exercício. Se você preparar-se para a viagem de forma ponderada – arrumando sua mochila de forma prática e condicionando seu corpo para as trilhas – colherá a recompensa ao ar livre que você deseja.

Não importa o quanto dure sua viagem, existem alguns materiais básicos que você deve levar – mapas, bússola, água, dispositivo de purificação de água, comida, mudas de roupas, acessórios para chuva, chapéu, filtro solar, óculos de sol, acendedor ou fósforos, faca, lanterna ou farolete, baterias, e um estojo de primeiros socorros. Prepare-se como se estivesse esperando uma enxurrada súbita, mesmo que a meteorologia diga que não haverá. E embora sua mochila tenha sido vendida como à prova de água, separe seus equipamentos em pacotes e sacolas à prova de água que você encontra em lojas de suprimentos para acampamento, ou em sacos de plástico resistente com zíper, para manter suas coisas secas.

Seja inteligente ao preparar sua mochila. Separe suas coisas em sacolas de forma lógica, por exemplo, coloque os utensílios de higiene pessoal todos juntos e coloque-os próximo do fundo da mochila, pois você não vai precisar deles na trilha. Se você estiver preocupado com a possibilidade de chuva, coloque sua barraca por cima de tudo, caso precise pegá-la rapidamente. Coloque seu estojo de primeiros socorros em um ponto designado para que seja fácil alcançá-lo a qualquer momento.

Em uma expedição de mochileiros, o que mais se necessita como mochilas, barracas, calçados, sacos de dormir e outros acessórios você só encontra aqui, na Esporte de Aventura. Acesse e confira:

Sobre os Safaris Africanos e o que posso levar

adriana 21 de janeiro de 2010

Existe uma grande variedade nos preços de safari, mas existem grandes diferenças em acomodações, serviços, transportes e alimentação.

É importante que você considere o tamanho de sua vontade antes de planejar o seu safari. Fatores como viajar com uma excursão já organizada ou querer um excursão feita sob encomenda para você e sua família também afetam o preço. Em geral, um orçamento (camping coletivo, trilhas, base de operações) pode custar desde US$ 75 até US$ 125 por pessoa ao dia.

Outros fatores que elevam o preço são os exóticos modos de viajar como elefantes, balões de ar quente ou experiências culturais especiais como visitar casas de sapé.

Como em toda viagem internacional, você precisará de um passaporte e um visto de visitante (com exceção da África do Sul, Zimbabwe e Botsuana, todos os países africanos requerem vistos). Eles são diferentes de um país para outro, por isso pergunte a seu agente de viagem ou empresa de safaris como solicitar o seu. A maioria dos países africanos requer que você tome algumas vacinas, dependendo de onde você está vindo e de para onde viajou recentemente.

Aqui está um pequena lista de coisa que você precisará para quase todo tipo de safari:

  • Mochilas Cargueiras: elas são fáceis de carregar em carros quando nos mudamos de acampamentos;
  • Roupas confortáveis: Tradicionais “roupas para safari” cáqui, verdes e marrons, vendidos em toda a parte na África, são especialmente boas porque permitem que os usuários misturem-se ao cenário e porque são de algodão, arejadas e podem facilmente ser lavadas e secas;
  • Câmeras: especialistas recomendam o uso de câmera com zoom de 70 a 300 (certamente superior se você for um ávido ornitólogo).

Lembre-se que cada nação africana tem uma cultura, governo e moeda diferentes, portanto, esteja certo de fazer sua pesquisa antes de viajar. As duas coisas mais importantes para a sua viagem: seu senso de humor – lembre-se, não será como estar em casa! – e o seu respeito pelo povo e animais selvagens africanos.

Para uma viagem rumo à selva Africana, consulte os produtos da Esporte de Aventura e prepare-se para uma viagem inesquecível em meio aos safaris Africanos. Acesse:

Os Safaris

adriana 19 de janeiro de 2010

Quando você ouve a palavra safari, cenas de antigos filmes podem passar por sua cabeça. Uma cena clássica de caçadores com roupas cáqui, acompanhados por grande número de carregadores transportando equipamentos e suprimentos, um guia local e sonhos de um feroz troféu em uma parede, viajando através da selvagem África a procura de leões, elefantes e outras exóticas criaturas.

Uma parte daquele cenário do século passado ainda se aplica hoje. Por exemplo, pessoas nos safaris continuam a usar o tradicional “uniforme” (há uma boa razão pela qual eles o fazem!), elas ainda usam guias locais para ajudar a achar a vida selvagem e acampam ao relento à noite. Mas desde o último quarto do século XX, os safaris têm sido menos uma ocasião para caça e mais uma ocasião para aventuras de turistas para observar e fotografar grandes caçadas na África dos ricos parques nacionais e reservas.

Safari Africano

Safari Africano

Mais recentemente, a indústria de turismo expandiu o significado da palavra safari para incluir jornadas e expedições não necessariamente relacionadas à pesquisa pela vida selvagem.Por exemplo, existem safaris a camelo no Egito, safaris nas fazendas da Austrália e safaris de aventura no Alasca.

Mas a mais popular espécie de safari, o tipo que muitas pessoas ainda vêem como a máxima aventura, continua a envolver animais exóticos e passar o tempo livre nas paisagens únicas da África.

Girafas são umas das principais atrações dos safaris Africanos

Girafas são umas das principais atrações dos safaris Africanos

Os safaris proporcionam inesquecíveis férias em família, apesar da maior parte das companhias exigir idade mínima dos integrantes (geralmente 8 ou 9 anos). Embora existam muitos tipos de variações (safaris de elefantes, camelos, cavalos, bicicletas, balões de ar quente e a pé).

Então, jambo! (esta é uma saudação amigável Swahil) E é neste clima de safari Africano que poderá desfrutar dos equipamentos necessarios da Esporte de Aventura.

Passeios de aventura

adriana 15 de janeiro de 2010

Decidir sobre a viagem de aventura ideal para você pode ser uma experiência interessante. Existem milhares de opções e fica difícil saber por onde começar. A melhor maneira para se decidir é entrar em contato com uma agência de viagens que oferece ou é especializada em turismo de aventura. Ela pode ajudar a escolher entre as várias opções disponíveis.

Um escalador de montanha sobe por uma rocha no Alasca

Um escalador de montanha sobe por uma rocha no Alasca

Além de procurar ajuda de uma agência de viagens, a primeira coisa que você deve fazer é determinar exatamente o quão aventureiro você é. Muitas turnês de aventura podem incorporar atividades perigosas e emocionantes como o paraglider, o rafting e as grandes caçadas. Outras requerem excelente forma física como a escalada de montanhas, as escaladas de rochas, o surfe em ondas gigantes e caminhadas na neve por tundras congeladas. Seja sincero com você mesmo sobre suas capacidades.

Os safáris são aventuras leves e emocionantes que atraem pessoas de todas as idades. Várias agências de viagens oferecem passeios de direção e caminhada com guias experientes pelas planícies africanas. A grande atração de um safári é a chance de chegar perto dos “cinco grandes”: leão, leopardo, elefante, rinoceronte e búfalo.

Muitas vezes o próprio destino já é uma aventura. As Sete Maravilhas do Mundo há muito já são destinos turísticos populares. Acrescentar o ciclismo e a caminhada (em inglês) a esses locais aguça a aventura.

E é claro, com tantas oportunidades de passeios de aventura pelo mundo, o excencial e mais importante para ajudá-lo nesses passeios são os produtos da Esporte de Aventura presentes em nosso site:

Perfil de um viajante de aventura

adriana 14 de janeiro de 2010

Um estudo da Associação da Indústria do Turismo da América (TIA) mostra que cerca de 20% dos viajantes adultos são turistas de aventura. O mesmo relatório indica que 10% de todos os americanos já embarcaram em férias de aventura.

O perfil das pessoas que embarcam em um turismo de aventura pode surpreender. Enquanto os turistas de aventuras radicais geralmente são homens solteiros com pouco mais de 20 anos e com curso superior, os aventureiros “leves” compreendem uma vasta gama de pessoas: os americanos que estão dentre 50 e 60 anos de idade e as pessoas mais velhas. Mas as mulheres que buscam aventuras é que fazem o segmento da indústria crescer mais rapidamente.

Alcançar o topo do Monte Everest no Nepal produz uma experiência de apogeu poderosa e de mudança de vida

Alcançar o topo do Monte Everest no Nepal produz uma experiência de apogeu poderosa e de mudança de vida

Os benefícios do turismo de aventura podem ser ótimos para homens e mulheres. As férias mais fisicamente extenuantes possuem benefícios óbvios para a saúde e podem ajudar a aumentar a auto-estima por meio de tarefas difíceis. A “experiência do apogeu” que se tem ao chegar ao topo de uma montanha pode ser conquistada alcançando qualquer objetivo físico. Desafios físicos requerem foco e concentração intensos, o que é um excelente exercício mental.

Além de aumentar a auto-estima, existem também benefícios psicológicos. Enfrentar situações de perigo e desconhecidas pode ser uma experiência mentalmente estimulante. Muitos aventureiros afirmam que se sentem mais vivos durante suas viagens e que isso também proporciona auto-conhecimento. Uma noção de calma e leveza da mente também contribui para os ganhos psicológicos do turismo de aventura.

Se pretende conhecer melhor uma vida de aventuras que lhe poderá proporcionar auto-estima e conhecimento, acesse a loja da Esporte de Aventura e confira nossos equipamentos para expandir seus horizontes:

Dicas Para Sua Barraca

adriana 5 de janeiro de 2010

Quem nunca acampou, não sabe as maravilhas que é dormir em uma casinha de náilon, muito menos frágil do que parece, única proteção contra as intempéries da natureza em uma noite ao ar livre. Mais, não imagina a praticidade em se conseguir carregar a casa nas costas, tal e qual os caramujos e tartarugas, e poder armá-la onde quiser: uma crista, um cume, com uma vista que dinheiro nenhum no mundo paga! Pois as barracas também foram se modernizando e diminuindo de peso, utilizando materiais leves e duradouros. Suportam muito melhor ventos e chuvas coisa fundamental se você pretende utilizá-la em montanha (ao contrário do conforto dos campings urbanizados, quando temos até banheiro e cozinha à disposição, o camping selvagem não oferece nada disso e, pior ou melhor, muito provavelmente estará a algumas horas ou mesmo dias da civilização mais próxima). Mas, apesar de ter sido feita para uso ao ar livre, o maior inimigo do náilon é o sol procure mantê-la longe dele sempre que possível…

Dicas importantes:
camping Como escolher uma barraca? Como todo material, vale a pena você pensar no uso que dará a ela. É para carregar nas costas? Então, o peso vai fazer toda a diferença… Para quantas pessoas? Lembre-se que uma barraca para três pessoas é mais pesada que uma para duas mas, em compensação, se três forem usar, o peso poderá ser dividido também em três. O problema aparece quando apenas uma pessoa vai usá-la… O mesmo acontece com uma barraca para dois ao ser usada apenas por uma pessoa…

Dicas para sua barraca de Esporte de Aventura

Dicas para sua barraca de Esporte de Aventura

* Três ou quatro estações? (Esta é uma convenção que define se a barraca é para verão, primavera e outono três estações ou para inverno também quatro estações). Se você quer usá-la apenas no Brasil, a opção é de três estações. Se quer usar em alta montanha, você precisa uma de quatro estações e, muito provavelmente, com saias no sobreteto, para poder vedá-la
decentemente no frio e na neve. Por outro lado, ela será um pouco “sufocante” em um acampamento nas praias brasileiras…

Campingx* A ventilação também é um item a se prestar atenção. Nosso corpo transpira o tempo inteiro e um local com boa ventilação é fundamental. Durante a noite, principalmente se a barraca estiver com a lotação máxima, a transpiração e a respiração dos usuários fará com que a barraca condense é isto que faz com que a parte interna do sobreteto amanheça molhada. E
quanto mais frio estiver, pior será (no gelo, a possibilidade da condensação congelar é muito grande, o que acaba dificultando na hora de guardar a barraca, se o calor do dia não for suficiente para derreter e secar a condensação da noite). A solução para isso é deixar todos os respiros abertos e bem ventilados durante a noite uma boa barraca terá ventilação eficiente mesmo com chuva!

* Outro item fundamental a se checar são as costuras seladas, tanto no sobreteto quanto no chão da barraca, protegendo-o de chuvas e umidade em geral (lembre-se: o Brasil é um país tropical, onde a incidência de chuvas é fortíssima e este item não é um mero detalhe. Poucas coisas são mais desagradáveis do que uma noite passada em claro dentro de uma barraca que “vaza”, em uma tempestade daquelas…). As costuras são o “tendão de Aquiles” das barracas e costumam ser seladas pelos fabricantes, que
protegem, assim, justamente a parte mais frágil do equipamento, onde os micro furos produzidos pela máquina de costura durante a confecção do material serão “fechados” com uma camada de selador à prova d’água. Se ela não veio assim de fábrica, você pode fazê-lo em casa, com um selador, por exemplo, mas nunca é a mesma coisa… O ideal é que você só precise impermeabilizá-la após algum tempo de uso, ou seja, quando ela começar a apresentar sinais de desgaste.

* Antes de sair para uma excursão, tenha certeza que você aprendeu a montá-la coisa que, muito provavelmente, você terá de fazer à noite, talvez com chuva, frio e vento. Convenhamos, não é a melhor hora para abrir o manual de instruções e segui-lo passo a passo, não é? Em geral, barracas leves e compactas costumam ser de fácil montagem, mas certifique-se que você aprendeu para que serve cada peça antes de sair de casa.

* O sobreteto cria uma camada de ar importante para o isolamento, além de proteger da chuva. Assim, uma barraca bem montada não poderá ter o sobreteto encostando no teto. Os estabilizadores laterais deverão estar bem esticados, sempre.

* Para conservar sua nova “casa”, guarde-a sempre seca e limpa, pois a sujeira pode danificar a qualidade do tecido e das costuras. Ao lavar, use sempre água abundante. Se não for suficiente, um detergente ou sabão neutro. Deixe secar, de preferência, à sombra. Jamais a deixe montada ao ar livre por longos períodos. Lembre-se: sol, vento e chuva são prejudiciais aos tecidos.

* Se você utiliza muito a sua barraca, ela poderá apresentar sinais de desgastes principalmente quanto à impermeabilização qualidade fundamental de uma barraca. Utilize produtos impermeabilizantes sobre o tecido e prolongue, assim, a vida do seu equipamento.

* Um avanço lateral ou frontal é importante para guardar o material durante a noite. Barracas para duas pessoas com duas portas pode ser uma ótima opção, deixando as duas pessoas independentes e com avanço para cada um individualmente guardar seus equipamentos. Por outro lado, algumas barracas possuem uma porta apenas com um grande avanço, que poderá ser facilmente compartilhado.

* Jamais, em tempo algum, acenda um fogareiro dentro da barraca. Além do náilon ser ultra inflamável, o fogareiro rouba todo o oxigênio disponível e poderá, facilmente, causar a morte por asfixia dos usuários.

* Tenha sempre um pouco de fita adesiva tipo duct tape ou silver tape. Elas podem salvar a sua vida na hora de fazer um reparo tanto do tecido quanto das varetas, por exemplo. E não esqueça de enviar a barraca ao fabricante, para um reparo decente, assim que voltar de viagem. Mantê-la em ordem, sempre, te livrará de muitas dores de cabeça nas próximas viagens.