Expedições de Alpinismo

adriana 12 de fevereiro de 2010

O relevo brasileiro não ajuda muito, mas isso não impede que o alpinismo ganhe cada vez mais popularidade no país – o número de praticantes e adeptos cresce ano após ano.

Mas, o que é o alpinismo? Ao pé da letra, alpinismo nada mais é do que a prática de subir montanhas, caminhando ou escalando.

O esporte se consagrou nos Alpes europeus, e tem seu início marcado principalmente pela subida em 1786 do Mont Blanc, ponto culminante da cadeia de montanhas, com 4.807 m de altitude, localizado entre a França e a Itália (Imagem acima).

O nome “alpinismo” remete portanto aos Alpes. Aqui no Brasil, também se usa o termo montanhismo. Alpinismo e/ou montanhismo é uma questão de conceito.

Alpinismo geralmente remete à montanha gelada, com neve. Existe ainda um regionalismo na definição do esporte, como o “andinismo” nos Andes ou o “himalaísmo”, no Himalaia. A nomenclatura depende da montanha existente na região.

Também aqui no Brasil existe uma corrente que diz que montanhismo é qualquer atividade realizada em uma montanha – pode ser até mesmo uma simples caminhada. Já a partir do momento em que você utiliza equipamentos técnicos você está praticando o alpinismo.

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Tipos de caiaques

adriana 10 de fevereiro de 2010

Há diversas modalidades de caiaque, cada qual adequado a um propósito específico. A fim de compreender mais sobre os barcos, conheça os seguintes termos:

  • popa – traseira do barco
  • proa – frente do barco
  • casco – fundo do caiaque
  • chine – curva entre as laterais e o fundo
  • rocker – porção da curva entre a popa e a proa que fica acima da linha da água
  • flare – ângulo das laterais com relação ao casco

Os caiaques marinhos ou de turismo são longos, estáveis e têm muito espaço interno e externo para carga. Os cascos são chatos, as chines são rijas e largas, o que lhes dá um flare amplo. Isso torna essa variedade menos manobrável, mas veloz em linha reta. Os caiaques desse tipo também deslizam mais a cada remada, de modo que são mais eficazes do que os tipos esportivos mais curtos. Podem vir em versões com um ou dois assentos e muitos dispõem de lemes que ajudam nas manobras. Pode-se sentar do lado de dentro do caiaque ou escolher modelo que permita sentar em cima – mais parecido com uma canoa.

Os caiaques de água branca são mais curtos e um pouco menos estáveis, mas muito mais manobráveis. Também são mais duráveis e construídos para enfrentar o desgaste nas manobras em corredeiras. Com comprimento típico de 2,5 metros e cascos arredondados, eles têm chines mais suaves e flare mínimo. Isso ajuda nas manobras e na rolagem porque a porção do caiaque que faz contato com a água é menor. Eles também exibem considerável rocker, o que também ajuda limitar o contato com a água. Todos os caiaques para uso em corredeiras são modelos em que o usuário se senta do lado de dentro, e nenhum tem leme.

Os caiaques de surfe não diferem muito dos caiaques para água branca. Uma grande diferença está no rocker. Os caiaques de surfe só tem rocker do lado da proa – a popa é plana, como a de uma prancha de surfe. Muitos caiaques de surfe também têm quilhas de manobra, assim como as pranchas.

Os caiaques podem ser feitos de diferentes tipos de material. Os caiaques de surfe são quase sempre integralmente de fibra de vidro – os modelos para corredeiras são muitas vezes feitos de plástico. Isso acontece porque o plástico tradicional não oferece a rigidez e o baixo peso da fibra de vidro. Os caiaques marinhos também são, geralmente, feitos de plástico, mas podem ser produzidos com madeira. Alguns dos caiaques para corredeiras mais novos são feitos de Kevlar, um material mais leve e mais resistente.

O material usado tem o maior impacto sobre o preço de um caiaque. O plástico é o mais barato, mas também o mais pesado. A fibra de vidro é 20% mais leve que o plástico, mas custa cerca de 20% a mais. O Kevlar é o mais leve e o mais resistente de todos, mas custa duas vezes mais que a fibra de vidro. O peso é algo que precisa ser considerado porque, infelizmente, você passará mais tempo fora do caiaque do que dentro dele. Isso significa carregar o caiaque, instalá-lo e removê-lo do rack no teto de seu carro.

Também é possível optar por um caiaque tradicional, com laterais dobráveis, ou por um modelo inflável. Os caiaques infláveis são leves e mais duráveis do que possa imaginar.

Tudo e algo mais de caiaques e esportes aquaticos, você encontra aqui na Esporte de Aventura.com!


Como funcionam os caiaques

adriana 8 de fevereiro de 2010

Você pode descer por uma garganta rochosa em um rio de montanha enquanto a espuma das águas brancas molha seu rosto. Ou talvez você prefira navegar pelas águas serenas de um lago ao crepúsculo. Quem sabe sua preferência seja remar à sombra de arranha-céus urbanos.

Se você procura aventura, uma manobra aérea nas ondas ferozes do oceano pode ser sua escolha. Qualquer que seja sua preferência, os caiaques têm muito a oferecer a quem ama a vida ao ar livre.

O caiaque é uma embarcação versátil. Alguns caiaques são longos, estreitos e construídos para grandes velocidades. Outros são curtos, largos e podem fazer curvas muito estreitas. Eles podem ser feitos de fibra de vidro, de plástico, de Kevlar e até mesmo de madeira. Alguns caiaques posicionam o usuário em uma carlinga aberta, como uma canoa.

Os remos podem ser curtos ou longos, curvos ou retos, paralelos ou alternados – mas todos são duplos. Decidir que modelo de caiaque e que remo usar depende de diversos fatores.

Caiaque urbano

A renovação dos clubes urbanos de navegação levou à retomada da prática do caiaque em várias cidades norte-americanas. A maior parte das instalações estavam em ruínas, depois de anos de negligência. O resultado era que os remadores não entravam nas vias aquáticas das grandes cidades simplesmente porque não havia um ponto adequado de embarque ou desembarque.

Os praticantes que retomaram o esporte em Portland, Oregon, Manhattan e Washington, D.C. estão tentando mudar essa situação. Todas essas cidades renovaram os abrigos de barcos dilapidados nos rios que as cruzam, a fim de encorajar os remadores a voltar à água. Parte do Projeto de Restauração do Rio Hudson, em Nova York, inclui quatro abrigos de barcos de última geração. O objetivo do projeto é desenvolver oito quilômetros de terras negligenciadas ao longo do rio, a um custo de US$ 550 milhões. Empresas de aluguel de caiaques se estabeleceram no Píer 66, renovado, para oferecer lições e barcos para locação.
E é só na Esporte de Aventura que você encontrará o melhor dos caiaques e outros produtos para o seu esporte de aventura!


Histórias Incríveis de Sobrevivência: Perdido no Mar

adriana 5 de fevereiro de 2010

Steve Callahan sobreviveu durante mais de um mês sozinho em alto-mar, num bote inflável. Em janeiro de 1982, ele zarpou das Ilhas Canárias num pequeno barco que ele mesmo fez. A embarcação afundou seis dias depois e Callahan ficou à deriva num bote salva-vidas de 1 metro e meio de extensão.

Com apenas 1,5 kg de comida e quatro litros de água, um destilador solar e um arpão de pesca improvisado, ele conseguiu sobreviver até o resgate, 76 dias depois. Ele provavelmente não teria conseguido sem o destilador (que pode tornar a água do mar potável) e o arpão.

. Durante seus mais de dois meses no oceano, o bote em que estava viajou quase três mil quilômetros. Durante toda a provação, Callahan lutou constantemente contra a morte. Ele não apenas perdeu peso, o que o deixou em estado de desnutrição, mas também ficou muito bronzeado e volta e meia lutava contra os tubarões. Embora se sentisse praticamente invisível quando os barcos passavam sem notá-lo, a determinação de Callahan em continuar vivendo foi incrível.

Ele comeu todo o tipo de peixe que podia e encontrou maneiras de ocupar sua mente. Seu raciocínio rápido salvou sua vida. Mesmo quando seu bote começou a dar sinais de vazamento, ele conseguiu mantê-lo flutuando por mais 33 dias, até seu resgate.

Como outros sobreviventes anteriores, Callahan possuía uma vivência considerável. Ele já era marinheiro e construtor de embarcações experiente quando se lançou nessa aventura. Recorreu a suas habilidades e a seu conhecimento do mar para produzir água limpa e conseguir comida.

Ele estava assustado durante todo o tempo, mas sabia que deveria lutar contra seus pensamentos negativos. Se em algum momento ele tivesse desistido, provavelmente não teria sobrevivido. A experiência de Steve Callahan no oceano é uma lição de duas habilidades muito importantes: determinação e atitude positiva.

O estilo de vida Wakeboard

adriana 4 de fevereiro de 2010

Assim como o skate e o surf, o wakeboard promove uma sensação de camaradagem juvenil. Os surfistas desenvolveram este subproduto como modo de diversão nos dias em que as ondas estão baixas. Esta procura constante por aventura se encaixa no estilo de vida dos praticantes de wakeboard.

Apesar do wakeboard e outros esportes aquáticos geralmente invocarem imagens de surfistas com cabelos descoloridos na praia, debaixo do sol, o wakeboard é um esporte que oferece uma variedades de benefícios à saúde. A prática de wakeboard queima 350 calorias por hora e também tonifica músculos dos braços, pernas, abdômen e costas.

Além do mais, o wakeboard traz apelo a várias idades. Não é incomum, nos círculos de wakeboard, que um homem com 75 anos tenha aulas ou que um vovô forme um clube de wakeboard. Apesar de ter sido criado por jovens, o wakeboard atrai diversos grupos de entusiastas.

Enquanto alguns praticam apenas por diversão, outros vão a outros níveis. Realizada pela primeira vez no Taiti, em 1971, a Copa do Mundo, patrocinada pela Federação Internacional de Esqui Aquático, evoluiu mais de trinta anos ao refletir o desenvolvimento da rápida popularidade do esqui aquático e do wakeboard.

Hoje em dia, a Copa do Mundo de Esqui Aquático e Wakeboard reúne os maiores profissionais de wakeboard para competir em vários locais no mundo inteiro. Competindo na Rússia, Cingapura, Egito, Índia, Qatar e Malásia, os participantes já representam 19 países. Para participar, os atletas devem ter colocação entre os primeiros vinte colocados no ranking da Federação Internacional de Esqui Aquático.

A fissura do wakeboard parece ter vindo para ficar. O wakeboard até já gerou novos esportes como wakeskate, outro esporte popular e em crescimento.

Você está pronto para entrar em ação? Acesse o site da Esporte de Aventura e confira a nova linha de produtos para Wakeboard!

Equipamentos e técnicas de escalada

adriana 3 de fevereiro de 2010

Na escalada esportiva, o equipamento é bem simples. No mínimo, você precisa:

Em uma típica rota esportiva, dois escaladores usariam um equipamento como este:

O primeiro escalador a subir a rota é conhecido como líder. Enquanto ele está escalando, o líder é protegido pela corda amarrada em sua cadeirinha. A outra extremidade da corda é mantida com o segundo escalador, que é conhecido como o segurança. O segurança corre a corda através do instrumento de segurança anexado à sua cadeirinha e libera mais corda enquanto o líder sobe.

Enquanto o líder escala, ele vai para o primeiro pino na parede rochosa. Um pino é uma âncora permanente que foi fixada na rocha. Há um anel de metal anexado ao pino. O líder usa um mosquetão para conectar a corda ao pino. O mosquetão é um par de ganchos anexados por uma rede de nylon. O líder prende o gancho em uma das extremidades do mosquetão para o pino e corre a corda através do segundo gancho na outra extremidade do mosquetão. O líder prossegue pela rota, enganchando cada pino que aparece.

Se o líder cai, o segurança agarra a corda para evitar a queda. A distância máxima que o líder pode cair é igual a duas vezes a distância entre o último pino e sua posição atual, mais a extensão do cabo solto na linha do segurança, e a corda esticada. A corda de escalada estica para absorver o choque da queda. Então, se o líder estiver a 1,2 metros acima do último pino que ele clipou, o escalador vai cair 2,4 metros (1,2 metros para ficar igual ao pino e 1,2 metros além dele), mais a extensão do cabo solto na linha, e a extensão que a corda estica. Em outras palavras, talvez 3,4 metros.

O líder pode escalar uma altura máxima igual a aproximadamente metade da extensão da corda. Se o líder for mais alto do que isso, não será possível para o segurança abaixá-lo de volta para o chão se o líder cair e se machucar. Como as cordas têm de 50 a 60 metros de extensão, isto significa que a distância que o líder pode escalar antes de parar é de 25 a 30 metros.

O líder escala até uma saliência de um rochedo, prende a âncora na rocha com uma pequena corda ou rede e os dois escaladores trocam de função. O líder se torna o segurança de cima para o segundo escalador. O segundo escalador desconecta e recolhe os mosquetões colocados pelo líder enquanto subia.

Uma vez que o líder e o segundo escalador estejam juntos novamente, eles completaram o primeiro largo. Eles então vão repetir o processo para escalar o segundo largo, e assim por diante, até chegarem ao destino.

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A arte de Escalar Montanhas

adriana 2 de fevereiro de 2010

A escalada de montanhas envolve força, controle e habilidade. Usar os músculos de seus braços e pernas para se impulsionar para cima em uma montanha íngreme exige força e controle. Usar o seu cérebro para posicionar as mãos e os pés para que os músculos possam fazer seu trabalho: isso é habilidade.

Neste artigo, vamos ver os diferentes tipos de escaladas e aprender sobre o equipamento e habilidades que os escaladores usam para subir uma montanha que pode ser elevar a milhares de metros.

Um esporte que pode ser feito em interiores em estruturas de escalada de madeira compensada, ou ao ar livre em rochedos íngremes de milhares de metros de altura, a escalada de montanha tem várias modalidades hoje:

  • escalada tradicional: Preso a uma corda, escaladores aos pares usando equipamento profissionais escalam uma montanha carregando bandoleiras de equipamentos especiais. À medida que sobem, colocam calço, nuts (entalador em forma de cunha) e outras formas de proteção de suas bandoleiras nas fendas da rocha. A corda é enganchada a estas peças de proteção para evitar quedas.
  • escalada esportiva: similar à escalada tradicional em muitos aspectos, exceto que as peças de proteção são fixas permanentemente na rocha. Isto torna o esporte de escalada mais seguro, mais rápido e mais barato do que o tradicional.
  • escalada livre solo: similar à escalada esportiva exceto que você não usa corda. Se cair, morre.
  • escalada indoor: similar à escalada esportiva, exceto que os escaladores usam estrutura de escalada interna feita de madeira compensada ou concreto e suportes para mãos e pés fixos na estrutura.
  • escalada no gelo: similar à tradicional, exceto que se escala uma formação de gelo (como uma cachoeira congelada ou uma geleira) ao invés de uma formação rochosa.
  • bloco de rocha: Similar à escalada esportiva, mas você escala em blocos de rocha (ou as laterais de chaminés e edifícios) em vez de rochedos íngremes e penhascos.

Imagine, uma folha de vidro alta vertical de 300 metros contínua e sem emenda. Se você tivesse de escala-la, seria impossível a menos que você tivesse ventosas nas mãos e pés. Agora imagine uma montanha vertical de 300 metros cheias de fendas e afloramentos tão óbvios e tão fáceis de encontrar que você pode escalar como se subisse uma escada. A escalada de montanhas sempre fica entre estes dois extremos.

No caso mais fácil, não há necessidade de habilidade especial. Contanto que uma pessoa esteja em boa condição física, é possível para qualquer um escalar uma montanha como esta. Os escaladores deve ser capazes de encontrar suportes de mão e pé adequados, equilíbrio sobre eles em posições precárias e se movimentar de um ponto ao outro sem cair. Em rotas difíceis pode haver fendas finas com pouco espaço para se segurar, saliências que necessitam de uma força incrível para se atravessar e vento e temperaturas que fazem da rota de subida na rocha a mais desafiadora.

Quando possível, o escalador tenta fazer o máximo do trabalho da escalada usando as pernas. O ideal é que os escaladores tentem manter seu centro de gravidade acima dos pés para depois puxar as pernas para cima. Eles usam os braços e mãos apenas para se equilibrarem e se posicionarem. À medida que a rocha fica mais lisa, é mais difícil manter esta posição ideal. É aí que a força e a agilidade entram. Em rotas mais difíceis, o escalador precisa de uma incrível força nos braços, mãos e dedos e resistência para se fixar à rocha.

Sistema de Classificação

Nos Estados Unidos, os escaladores usam um sistema de classificação padrão para descrever a dificuldade nas diferentes rotas. Há 6 classes nestes sistema, variando de classe 1 (marcha normal) até passeio a pé, caminhada e então escalada na classe 5. Tudo o que é conhecido como “escalada de montanha” cai na classe 5. A classe 6 é para paredes de rocha que são tão lisas que não há como escalar sem auxílio artificial como escadas.

Dentro da classe 5 há 14 níveis diferentes que se distribuem assim:

  • 5,0 até 5,4: nível iniciante. Fácil de escalar, como uma escada.
  • 5,5 até 5,7: nível intermediário. Escalável com sapatos normais ou botas, mas requer mais habilidade.
  • 5,8 até 5,10: nível experiente. Requer calçados de escalada, experiência e força.
  • 5,11 até 5,12: nível perito. Talvez apenas 10% dos melhores escaladores do mundo possam lidar com estas rotas.
  • 5,13 até 5,14: nível elite. Apenas para os melhores dos melhores.

Hoje, o mais fácil e seguro modo de começar a escalar é ir a uma academia de escalada indoor e fazer um curso. Lá você vai aprender as técnicas básicas em um ambiente seguro, desenvolver sua força e habilidade e encontrar outros escaladores. Qualquer cidade grande tem dois ou três ginásios de escalada. Uma vez que você entende os fundamentos, pode encontrar um parceiro e começar pelas rotas esportivas mais fáceis. Conforme adquirir experiência, você pode ir avançando para rotas mais difíceis.

É claro que este artigo, com certeza, te deixou com aquela vontade de escalar montanhas e sentir o ar puro que há no topo delas. Aproveite! Pois a Esporte de Aventura possui produtos novos para Escalada e Rapel, não perca essa chance e acesse já o site da Esporte de Aventura e confira nossos produtos de extrema qualidade para tornar cada dia de sua vida, uma aventura!


Física no Wakeboard?

adriana 1 de fevereiro de 2010

Antes de aprender a saltar, é útil entender alguns dos princípios da física que se aplicam ao wakeboard:

  • O centro de gravidade é o ponto médio no peso de um objeto. A manipulação do centro de gravidade durante a prática de wakeboard afeta a velocidade com que você entra na marola e a altura do seu salto. Também pode mudar com o ângulo da prancha. A água abaixo da prancha de wakeboard é mais densa do que a própria prancha.
  • A tensão da superfície faz com que as moléculas de água permaneçam juntas em um lençol aderente, afetando como a marola ou a onda se junta e como a prancha navega pela marola.
  • A Terceira Lei de Newton de Ação e Reação : Ao se inclinar para trás e dobrar os joelhos na prancha de wakeboard, o ângulo da prancha irá mudar, aumentando sua velocidade enquanto você se aproxima do momento do salto.

Quando mais você esticar a corda, maior será o aumento da energia da força de tensão. Isto também é chamado de tensão da linha. Incline-se para trás e em direção ao centro da prancha para diminuir seu centro de gravidade. Este movimento aumenta a tensão da corda e lhe dá velocidade adicional ao saltar. Um pouco antes de atingir a marola, levante-se devagar. Dobre os joelhos e vá cortando lentamente até a marola, mantendo a corda tensa.

As duas forças principais que mais influenciam o movimento da prancha de wakeboard são a resistência (drag) que a prancha encontra ao mover-se pela água e a tensão da sua corda.

Tensão é uma força de reação: Está diretamente relacionada à força aplicada na corda. Quanto mais você puxar a corda, mais alta será a tensão e mais força a corda exercerá sobre você. Para manter sua prancha flutuando, você precisa da tensão da corda para agir contra a o peso da gravidade e impedir que você afunde passando pela superfície de tensão da água.

A tensão da corda também pode lhe dar velocidade extra. Se você se inclinar, fazendo com que a corda estique um pouco mais, você aplica mais força à corda e, simultaneamente, ela aplicará mais força em você. Você pode usar essa força para conseguir mais energia para suas manobras.

E se você ja sentiu a sensação maravilhosa de estar flutuando em uma prancha de Wakeboard ou ainda quer sentir, acesse o site da Esporte de Aventura e começe já a praticar esse esporte de tão grande adrenalina!

Eldorado, no sul do estado de São Paulo, recebe no dia 06/02/2010 a Expedição Chauás

adriana 29 de janeiro de 2010

O Eldorado é uma antiga lenda narrada pelos índios aos espanhóis na época da colonização das Américas. Falava de uma cidade cujas construções seriam todas feitas de ouro maciço e cujos tesouros existiriam em quantidades inimagináveis.

As incrições estão abertas no site da Expedição de Chauás

Em 16 de janeiro de 1757, os irmão Veras, de uma das mais importantes famílias dessa época de colonizadores, doaram duas casas no povoado de Xiririca para a construção de uma capela. No dia 8 de setembro do mesmo ano a capela recebeu a imagem de Nossa Senhora da Guia que passou a ser a padroeira do lugar.

Em 2 de março de 1857 chegou primeiro barco a vapor (o “Estrela”) à Vila de Xiririca, iniciando um período promissor de escoamento de produção e entrada de mercadorias dos grandes centros.

Em 1896, o pesquisador e naturalista Ricardo Krone, em expedição científica pelo Alto Vale do Ribeira, descobre oficilamente a Gruta da Tapagem que, posteriomente ficou conhecida como “Caverna do Diabo”, de grande importância para o turismo da região e do estado.

As belezas naturais, rios, cachoeiras, cavernas e a riqueza cultural e histórica, contribuiram para que o município fosse reconhecido como Estância Turística em 1º de agosto de 1995.

Em janeiro de 1997, a maior enchente da história assolou o Vale do Ribeira. O Rio Ribeira subiu mais de 14 metros acima de seu nível normal causando enorme prejuízo a toda região.

Hoje, Eldorado luta para retomar seu crescimento, com o desafio de aliar o desenvolvimento econômico às questões socioambientais, construindo um futuro onde as gerações que ainda virão possam desfrutar de seus recursos naturais de maneira sustentável.

E é ai entra a Chauás junto com seus querreiros Atletas, PCs, ATs, Stafs, Monitores, Familiares e Amigos Voluntários para ajudar a abrir esses caminhos e vencer esses desafios.

Chauás Eldorado!!! Dia 6 de fevereiro.

Prepare-se!

Acesse o site e inscreva-se ja para a Expedição Chauás em Eldorado, sul de São Paulo.

ACESSE E INSCREVA-SE AQUI NA ETAPA ELDORADO!

A Esporte de Aventura apoia a Expedição, acesse nosso site e confira nosso produtos para essa grande aventura!

Manobras básicas de Wakeboard

adriana 29 de janeiro de 2010

Wakeboard é um esporte razoavelmente fácil, especialmente se você tiver experiência no surf . Entretanto, é um pouco diferente do esqui aquático porque as pranchas de wakeboard movem-se em velocidades menores e em ângulos diferentes.

Então, vamos começar! Ficar em pé sobre a prancha de wakeboard pode parecer aterrorizante para um iniciante, mas na verdade é bem fácil. Comece sentado com os joelhos dobrados, braços esticados e com a prancha perpendicular ao barco. Deixe o barco te puxar quando der a partida. Uma vez em pé, mantenha seu peso distribuído sobre os dois pés. Mantenha sua cabeça erguida e seus ombros alinhados a seus quadris.

Agora que você já está em pé, tente outros movimentos. Dois pulos comuns são o roll e o flip. Para fazer o roll, você deve se mover de um lado para o outro, seja cortando do lado dos dedos do pé para o lado do calcanhar ou do lado do calcanhar para o lado dos dedos do pé (lado dos dedos do pé se refere simplesmente à parte da prancha mais próxima aos seus dedos e lado do calcanhar se refere à parte mais próxima dos calcanhares). Você traz a prancha acima da sua cabeça de um lado para o outro, pousando na mesma direção do início. Quando faz um flip, a traseira, a parte da prancha mais distante da lancha, se move em direção à ponta (bico), a parte da prancha mais próxima à lancha.

Estes dois movimentos são da própria prancha, e não do atleta. Usando termos da ginástica olímpica, um roll é parecido com um mortal com a prancha girando e voltando para a mesma posição. Um flip é como uma cambalhota com a prancha girando com o bico em direção à traseira.

Depois de aprender os saltos básicos, procure aumentar a altura do pop no ar quando pular da marola. Pop ou ar refere-se ao tamanho do espaço entre você e a água. Quanto mais alto o salto, mais ar você tem. O mais importante para conseguir mais ar é o modo como você corta a marola. Aumente o corte gradualmente ao se aproximar da marola. Aí, pule do pico da marola estendendo seus joelhos. Você irá subir mais e conseguir ainda mais ar.

Outras manobras incluem:

  • Tantrum: você se aproxima da marola por trás e executa um flip também para trás.
  • Temper tantrum: duplique a diversão do tantrum; execute um roll duplo.
  • Speedball: um roll frontal duplo.
  • Whirlybird: um roll para trás com um giro de 360 graus.
  • Raley: quando bater na marola e estender seu corpo, levante seus pés e sua prancha acima da cabeça.
  • Fakie: de costas, troque o pé que geralmente vai na frente. Por exemplo, se sua perna esquerda for na frente, mude para a perna direita. Isto também é chamado de switch.
  • Roll-to-revert: faça um roll, e pouse com um fakie.

Ao começar a praticar wakeboard, é bom o barco ir na velocidade de 32 km/h. Essa velocidade permite que você desenvolva controle e é o suficiente para conseguir altura nos saltos. Ao ganhar confiança em suas habilidades, aumente a velocidade do barco para até 40 km/h. Lembre-se do tamanho do seu corpo, do comprimento da corda e sua zona de conforto quando decidir aumentar a velocidade do barco.

Já era! Agora com as manobras na cabeça é hora de praticar o Wakeboard. Acesse o site da Esporte de Aventura e confira nossos produtos, com os melhores preços para você praticar o seu esporte de aventura!

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