Física no Wakeboard?

adriana 1 de fevereiro de 2010

Antes de aprender a saltar, é útil entender alguns dos princípios da física que se aplicam ao wakeboard:

  • O centro de gravidade é o ponto médio no peso de um objeto. A manipulação do centro de gravidade durante a prática de wakeboard afeta a velocidade com que você entra na marola e a altura do seu salto. Também pode mudar com o ângulo da prancha. A água abaixo da prancha de wakeboard é mais densa do que a própria prancha.
  • A tensão da superfície faz com que as moléculas de água permaneçam juntas em um lençol aderente, afetando como a marola ou a onda se junta e como a prancha navega pela marola.
  • A Terceira Lei de Newton de Ação e Reação : Ao se inclinar para trás e dobrar os joelhos na prancha de wakeboard, o ângulo da prancha irá mudar, aumentando sua velocidade enquanto você se aproxima do momento do salto.

Quando mais você esticar a corda, maior será o aumento da energia da força de tensão. Isto também é chamado de tensão da linha. Incline-se para trás e em direção ao centro da prancha para diminuir seu centro de gravidade. Este movimento aumenta a tensão da corda e lhe dá velocidade adicional ao saltar. Um pouco antes de atingir a marola, levante-se devagar. Dobre os joelhos e vá cortando lentamente até a marola, mantendo a corda tensa.

As duas forças principais que mais influenciam o movimento da prancha de wakeboard são a resistência (drag) que a prancha encontra ao mover-se pela água e a tensão da sua corda.

Tensão é uma força de reação: Está diretamente relacionada à força aplicada na corda. Quanto mais você puxar a corda, mais alta será a tensão e mais força a corda exercerá sobre você. Para manter sua prancha flutuando, você precisa da tensão da corda para agir contra a o peso da gravidade e impedir que você afunde passando pela superfície de tensão da água.

A tensão da corda também pode lhe dar velocidade extra. Se você se inclinar, fazendo com que a corda estique um pouco mais, você aplica mais força à corda e, simultaneamente, ela aplicará mais força em você. Você pode usar essa força para conseguir mais energia para suas manobras.

E se você ja sentiu a sensação maravilhosa de estar flutuando em uma prancha de Wakeboard ou ainda quer sentir, acesse o site da Esporte de Aventura e começe já a praticar esse esporte de tão grande adrenalina!

Eldorado, no sul do estado de São Paulo, recebe no dia 06/02/2010 a Expedição Chauás

adriana 29 de janeiro de 2010

O Eldorado é uma antiga lenda narrada pelos índios aos espanhóis na época da colonização das Américas. Falava de uma cidade cujas construções seriam todas feitas de ouro maciço e cujos tesouros existiriam em quantidades inimagináveis.

As incrições estão abertas no site da Expedição de Chauás

Em 16 de janeiro de 1757, os irmão Veras, de uma das mais importantes famílias dessa época de colonizadores, doaram duas casas no povoado de Xiririca para a construção de uma capela. No dia 8 de setembro do mesmo ano a capela recebeu a imagem de Nossa Senhora da Guia que passou a ser a padroeira do lugar.

Em 2 de março de 1857 chegou primeiro barco a vapor (o “Estrela”) à Vila de Xiririca, iniciando um período promissor de escoamento de produção e entrada de mercadorias dos grandes centros.

Em 1896, o pesquisador e naturalista Ricardo Krone, em expedição científica pelo Alto Vale do Ribeira, descobre oficilamente a Gruta da Tapagem que, posteriomente ficou conhecida como “Caverna do Diabo”, de grande importância para o turismo da região e do estado.

As belezas naturais, rios, cachoeiras, cavernas e a riqueza cultural e histórica, contribuiram para que o município fosse reconhecido como Estância Turística em 1º de agosto de 1995.

Em janeiro de 1997, a maior enchente da história assolou o Vale do Ribeira. O Rio Ribeira subiu mais de 14 metros acima de seu nível normal causando enorme prejuízo a toda região.

Hoje, Eldorado luta para retomar seu crescimento, com o desafio de aliar o desenvolvimento econômico às questões socioambientais, construindo um futuro onde as gerações que ainda virão possam desfrutar de seus recursos naturais de maneira sustentável.

E é ai entra a Chauás junto com seus querreiros Atletas, PCs, ATs, Stafs, Monitores, Familiares e Amigos Voluntários para ajudar a abrir esses caminhos e vencer esses desafios.

Chauás Eldorado!!! Dia 6 de fevereiro.

Prepare-se!

Acesse o site e inscreva-se ja para a Expedição Chauás em Eldorado, sul de São Paulo.

ACESSE E INSCREVA-SE AQUI NA ETAPA ELDORADO!

A Esporte de Aventura apoia a Expedição, acesse nosso site e confira nosso produtos para essa grande aventura!

Manobras básicas de Wakeboard

adriana 29 de janeiro de 2010

Wakeboard é um esporte razoavelmente fácil, especialmente se você tiver experiência no surf . Entretanto, é um pouco diferente do esqui aquático porque as pranchas de wakeboard movem-se em velocidades menores e em ângulos diferentes.

Então, vamos começar! Ficar em pé sobre a prancha de wakeboard pode parecer aterrorizante para um iniciante, mas na verdade é bem fácil. Comece sentado com os joelhos dobrados, braços esticados e com a prancha perpendicular ao barco. Deixe o barco te puxar quando der a partida. Uma vez em pé, mantenha seu peso distribuído sobre os dois pés. Mantenha sua cabeça erguida e seus ombros alinhados a seus quadris.

Agora que você já está em pé, tente outros movimentos. Dois pulos comuns são o roll e o flip. Para fazer o roll, você deve se mover de um lado para o outro, seja cortando do lado dos dedos do pé para o lado do calcanhar ou do lado do calcanhar para o lado dos dedos do pé (lado dos dedos do pé se refere simplesmente à parte da prancha mais próxima aos seus dedos e lado do calcanhar se refere à parte mais próxima dos calcanhares). Você traz a prancha acima da sua cabeça de um lado para o outro, pousando na mesma direção do início. Quando faz um flip, a traseira, a parte da prancha mais distante da lancha, se move em direção à ponta (bico), a parte da prancha mais próxima à lancha.

Estes dois movimentos são da própria prancha, e não do atleta. Usando termos da ginástica olímpica, um roll é parecido com um mortal com a prancha girando e voltando para a mesma posição. Um flip é como uma cambalhota com a prancha girando com o bico em direção à traseira.

Depois de aprender os saltos básicos, procure aumentar a altura do pop no ar quando pular da marola. Pop ou ar refere-se ao tamanho do espaço entre você e a água. Quanto mais alto o salto, mais ar você tem. O mais importante para conseguir mais ar é o modo como você corta a marola. Aumente o corte gradualmente ao se aproximar da marola. Aí, pule do pico da marola estendendo seus joelhos. Você irá subir mais e conseguir ainda mais ar.

Outras manobras incluem:

  • Tantrum: você se aproxima da marola por trás e executa um flip também para trás.
  • Temper tantrum: duplique a diversão do tantrum; execute um roll duplo.
  • Speedball: um roll frontal duplo.
  • Whirlybird: um roll para trás com um giro de 360 graus.
  • Raley: quando bater na marola e estender seu corpo, levante seus pés e sua prancha acima da cabeça.
  • Fakie: de costas, troque o pé que geralmente vai na frente. Por exemplo, se sua perna esquerda for na frente, mude para a perna direita. Isto também é chamado de switch.
  • Roll-to-revert: faça um roll, e pouse com um fakie.

Ao começar a praticar wakeboard, é bom o barco ir na velocidade de 32 km/h. Essa velocidade permite que você desenvolva controle e é o suficiente para conseguir altura nos saltos. Ao ganhar confiança em suas habilidades, aumente a velocidade do barco para até 40 km/h. Lembre-se do tamanho do seu corpo, do comprimento da corda e sua zona de conforto quando decidir aumentar a velocidade do barco.

Já era! Agora com as manobras na cabeça é hora de praticar o Wakeboard. Acesse o site da Esporte de Aventura e confira nossos produtos, com os melhores preços para você praticar o seu esporte de aventura!

Os primeiros passos do Wakeboard

adriana 28 de janeiro de 2010

A primeira prancha de wakeboard, a Skurfer, desenvolvida por Tony Finn, foi lançada no mercado em 1985. Tinha o mesmo formato de uma prancha de surf – bico pontudo, traseira arredondada e uma quilha. A Skurfer tornou-se muito popular e pessoas influentes na indústria de esportes aquáticos começaram a prestar atenção nesse esporte que estava em rápido crescimento.

As pranchas de hoje tem 1,5 m de comprimento e 60 cm de largura no centro, com bico e traseira obtusos. Uma ou várias quilhas permitem a realização de manobras. A grande maioria das pranchas de wakeboard são feitas de fibra de vidro e grafite e possuem botas presas à prancha para segurar os pés do esportista. Recentemente, os fabricantes incluíram um design com pontas gêmeas que permitem movimentação mais fácil para todas as direções.

Apesar das pranchas de wakeboard terem aparência muito semelhante, elas variam muito em desempenho. É importante pensar no que a prancha pode fazer, nas bordas, e na habilidade de pousar e realizar manobras no ar.

O ato de segurar a prancha na mão é chamado de pegada. Quando você faz um bone, suas pernas ficam totalmente esticadas. Algumas vezes você pode fazer um case, que significa pousar diretamente sobre a marola. Quando a água está calma, é chamada de vidro. Se cair da sua prancha, isto é chamado de bail. Falando em quedas — digger, faceplant, wipeout e stack referem-se a quedas feias. Você pode até fazer um butt check, um pouso ruim, no qual o bumbum bate ou se arrasta na água. Se você pegar uma marola irregular ou turbulenta, pode chamá-la de washy wake. Você pode ser goofy, se usar seu pé direito na frente, ou regular, se usar o pé esquerdo na frente.

Uffa! São tantas coisas que até cansa de dizer mais aumenta a vontade de praticar, e se você que se interessa por esportes de aventura acesse o site da Esporte de Aventura e confira nossos produtos para que a sua vida se torne uma aventura!

Wakeboard, a nova onda da Esporte de Aventura

adriana 27 de janeiro de 2010

O wakeboard é um esporte emocionante e está se tornando cada vez mais popular. Você fica em pé sobre uma pequena prancha e uma lancha o puxa gentilmente por um lago sereno. Esse passeio calmo e relaxante rapidamente se transforma em uma aventura emocionante e de tirar o fôlego. Agora é preciso agarrar firmemente o bastão ao final da corda e seguir a marola da lancha, saltando a 6 metros do ar e pousando de volta na água.

Praticantes de wakeboard alavancam-se na marola das lanchas para realizar manobras e pulos que desafiam a gravidade. Parente molhado e selvagem do skate, snowboard, ski aquático e surf, o wakeboard é um dos esportes que crescem mais rápido no mundo. Quase três milhões de pessoas nos Estados Unidos praticam wakeboard. Quatro milhões de pessoas no mundo inteiro são entusiastas de wakeboard.

Com popularidade crescente no mundo todo, o wakeboard atrai caçadores de emoções tanto para diversão quanto para competições sérias

Com popularidade crescente no mundo todo, o wakeboard atrai caçadores de emoções tanto para diversão quanto para competições sérias

O wakeboard entrou em cena na década de 1980, quando os surfistas começaram a pegar carona com barcos, assim como no esqui aquático. Wakeboard virou então uma mania e os surfistas começaram a desenhar as pranchas atuais. Estes novos tipos de pranchas mantêm o equilíbrio e a firmeza, proporcionam maior energia e velocidade, e formam ondas maiores enquanto são puxadas pela lancha. Por volta de 1990, o wakeboard tornou-se realmente um esporte e desenvolveu uma cultura que inclui equipamentos especializados, cobertura de televisão e competições profissionais.

Wakeboard – dicas

  • Alongue-se sempre antes de praticar. O wakeboard trabalha o corpo inteiro e especificamente a parte superior das costas e músculos da perna.
  • Use o equipamento apropriado e vista seu colete salva-vidas. Muitos praticantes experientes de wakeboard preferem roupas de mergulho, e a maior parte das mulheres acham shorts mais confortáveis que a parte de baixo dos biquínis.
  • Faça uma aula de wakeboard. Apesar do wakeboard ser um esporte fácil de aprender, nada é melhor do que um bom tempo com um instrutor experiente.

O novo Esporte de Aventura apresentado no blog te deixou com aquela sede de praticar um esporte tão radical e prazeroso? Então acesse o site da Esporte de Aventura e adquira já os produtos da sessão própria de Wakeboard.


Mochileiros, a arte de desvendar o desconhecido

adriana 26 de janeiro de 2010

Nada melhor para despertar a humildade do que o peso de suas próprias posses no sopé de uma trilha íngreme. Você para para observar seus caminhos tortuosos. Suas coxas doem. Suas costas estão latejando. Você começa a fazer as contas. Não há ninguém a culpar a não ser você mesmo pelas quatro latas extras de feijão ou o terceiro par de calçados que você enfiou na mochila no último minuto. Enquanto você sobe a colina, percebe o que teria sido útil para seu corpo – condicionamento físico – e o que não faria falta – calçados irrelevantes – quando você se aprofunda nas matas.

Durante uma viagem de mochila, você presenciará algumas visões espetaculares.

Durante uma viagem de mochila, você presenciará algumas visões espetaculares.

Passear ou viajar de mochila é um desafio e tanto. Você não apenas se entrega à natureza e suas maravilhosas paisagens campestres, mas também faz um ótimo exercício. Se você preparar-se para a viagem de forma ponderada – arrumando sua mochila de forma prática e condicionando seu corpo para as trilhas – colherá a recompensa ao ar livre que você deseja.

Não importa o quanto dure sua viagem, existem alguns materiais básicos que você deve levar – mapas, bússola, água, dispositivo de purificação de água, comida, mudas de roupas, acessórios para chuva, chapéu, filtro solar, óculos de sol, acendedor ou fósforos, faca, lanterna ou farolete, baterias, e um estojo de primeiros socorros. Prepare-se como se estivesse esperando uma enxurrada súbita, mesmo que a meteorologia diga que não haverá. E embora sua mochila tenha sido vendida como à prova de água, separe seus equipamentos em pacotes e sacolas à prova de água que você encontra em lojas de suprimentos para acampamento, ou em sacos de plástico resistente com zíper, para manter suas coisas secas.

Seja inteligente ao preparar sua mochila. Separe suas coisas em sacolas de forma lógica, por exemplo, coloque os utensílios de higiene pessoal todos juntos e coloque-os próximo do fundo da mochila, pois você não vai precisar deles na trilha. Se você estiver preocupado com a possibilidade de chuva, coloque sua barraca por cima de tudo, caso precise pegá-la rapidamente. Coloque seu estojo de primeiros socorros em um ponto designado para que seja fácil alcançá-lo a qualquer momento.

Em uma expedição de mochileiros, o que mais se necessita como mochilas, barracas, calçados, sacos de dormir e outros acessórios você só encontra aqui, na Esporte de Aventura. Acesse e confira:

Equipamentos indispensáveis para escalada em gelo

adriana 25 de janeiro de 2010

A escalada em gelo requer equipamentos diferentes da escalada em rocha comum. O equipamento para escalada em gelo especializado de hoje evoluiu a partir das ferramentas tradicionais para escalada para permitir mais flexibilidade e segurança no gelo e na neve. São toneladas de ferramentas para escolher, dependendo de sua habilidade, seu terreno e a preferência pessoal.

As ferramentas para o gelo são as peças mais importantes e mais caras que um escalador precisa. Quando os escaladores falam sobre ferramentas para o gelo, eles estão se referindo ao que as pessoas geralmente chamam de machados.

Uma ferramenta tradicional para gelo inclui uma correia que você amarra nas mãos para ajudá-lo a não perder a ferramenta. É bem fácil derrubar uma ferramenta e a sua não vai servir para nada se estiver caída a 20 pés (6 metros) abaixo de você.

Uma ferramenta com correia também é útil caso você perca sua trilha e precise ficar pendurado no gelo até alcançá-la novamente. É claro que a sua corda e os cabos também irão segurá-lo, e a sua ferramenta para gelo não será a única proteção. A ferramenta para gelo sem correia, por outro lado, é menos desconfortável e com ela é mais fácil trocar de ferramentas quando você não estiver amarrado ao equipamento.

Os ferros são necessários para um escalador obter tração sobre a neve e o gelo. Como travas, os ferros são pontas de metal que saem debaixo das botas e afundam no gelo enquanto você escala.

Os ferros geralmente possuem pontas que saem da parte da frente do calçado e geralmente fazem o primeiro contato com o gelo. Ferros de um ponto possuem um único ponto na frente, enquanto que os ferros de dois pontos possuem dois pontos na frente. Cada tipo tem suas vantagens. Os de um ponto tendem a ser mais flexíveis para escaladas mistas, quando o terreno varia de gelo para rocha durante o curso de uma escalada. Os ferros de um ponto oferecem melhor penetração no gelo e os de dois pontos oferecem mais estabilidade, porém menos penetração. Alguns ferros também apresentam esporas.

O Escalador de gelo usa botas com ferros

O Escalador de gelo usa botas com ferros

Os escaladores se protegem contra quedas com a utilização de parafusos para gelo e cordas. Eles chamam esse processo de proteção. Enquanto a sua escalada progride, você coloca parafusos para gelo em áreas estratégicas e os prende numa corda que salvará a sua vida, caso você caia. Parafusos bem colocados conseguem suportar centenas de libras ou quilos de força. Mas lembre-se: os parafusos para gelo são somente tão resistentes quanto o gelo em que você os aparafusou.

Não se esqueça do capacete! Você precisará dele para proteger a cabeça e os olhos dos pedaços de gelo que caem. E, é claro, roupas e luvas apropriadas para o clima frio serão necessárias, portanto, confira a loja da Esporte de Aventura e la poderá encontrar equipamentos certos.

A Escalada em gelo

adriana 22 de janeiro de 2010

Para muitas pessoas, familiarizar-se com o gelo significa beber algo congelado. O pior que pode parecer acontecer é o cérebro congelar. Mas os loucos por aventura passam horas e até dias com o rosto contra uma geleira ou cachoeira congelada, utilizando picaretas e cordas para escalarem uma superfície fina, rugosa e ameaçadora. O gosto pelo perigo. Eu vou cair numa fenda de geleira? O meu corpo vai congelar? Uma avalanche vai aparecer do nada? É ele que faz esses praticantes se apaixonarem por esse esporte.

A escalada em gelo evoluiu da escalada em rocha e outras atividades montanhistas. Em altas altitudes, os escaladores precisavam saber como navegar em áreas congeladas e escorregadias, enquanto subiam uma montanha ou face de rocha. Eventualmente, eles começaram a desenvolver ferramentas e equipamentos especializados para superar tais áreas congeladas. Com o tempo, os escaladores começaram a procurar também só por escaladas em gelo.

Escalada em gelo

Escalada em gelo

Hoje, muitos equipamentos de segurança e ferramentas tornam a escalada no gelo mais acessível a qualquer um. Você pode frequentar aulas de escalada; pode fazer escaladas menos extenuantes sob o sol, ou empreender escaladas avançadas de vários dias em temperaturas abaixo de zero. Com o treinamento correto, quase todo mundo consegue escalar no gelo, contanto que a condição cardiovascular esteja excelente e também uma boa proporção peso/força. Especialistas recomendam exercícios específicos para preparar o seu corpo para a primeira escalada, incluindo agachamentos, deadlifts, overhead press, flexões, step e barras.

Com esse clima gelado e muita adrenalina é que nos damos conta que este é um esporte de aventura totalmente prazeroso e que nos proporciona condições excelentes, e é por isso que devemos estar bem preparados com equipamentos de perfeita qualidade. Acesse o site da Esporte de Aventura e confira:

Sobre os Safaris Africanos e o que posso levar

adriana 21 de janeiro de 2010

Existe uma grande variedade nos preços de safari, mas existem grandes diferenças em acomodações, serviços, transportes e alimentação.

É importante que você considere o tamanho de sua vontade antes de planejar o seu safari. Fatores como viajar com uma excursão já organizada ou querer um excursão feita sob encomenda para você e sua família também afetam o preço. Em geral, um orçamento (camping coletivo, trilhas, base de operações) pode custar desde US$ 75 até US$ 125 por pessoa ao dia.

Outros fatores que elevam o preço são os exóticos modos de viajar como elefantes, balões de ar quente ou experiências culturais especiais como visitar casas de sapé.

Como em toda viagem internacional, você precisará de um passaporte e um visto de visitante (com exceção da África do Sul, Zimbabwe e Botsuana, todos os países africanos requerem vistos). Eles são diferentes de um país para outro, por isso pergunte a seu agente de viagem ou empresa de safaris como solicitar o seu. A maioria dos países africanos requer que você tome algumas vacinas, dependendo de onde você está vindo e de para onde viajou recentemente.

Aqui está um pequena lista de coisa que você precisará para quase todo tipo de safari:

  • Mochilas Cargueiras: elas são fáceis de carregar em carros quando nos mudamos de acampamentos;
  • Roupas confortáveis: Tradicionais “roupas para safari” cáqui, verdes e marrons, vendidos em toda a parte na África, são especialmente boas porque permitem que os usuários misturem-se ao cenário e porque são de algodão, arejadas e podem facilmente ser lavadas e secas;
  • Câmeras: especialistas recomendam o uso de câmera com zoom de 70 a 300 (certamente superior se você for um ávido ornitólogo).

Lembre-se que cada nação africana tem uma cultura, governo e moeda diferentes, portanto, esteja certo de fazer sua pesquisa antes de viajar. As duas coisas mais importantes para a sua viagem: seu senso de humor – lembre-se, não será como estar em casa! – e o seu respeito pelo povo e animais selvagens africanos.

Para uma viagem rumo à selva Africana, consulte os produtos da Esporte de Aventura e prepare-se para uma viagem inesquecível em meio aos safaris Africanos. Acesse:

Os Safaris

adriana 19 de janeiro de 2010

Quando você ouve a palavra safari, cenas de antigos filmes podem passar por sua cabeça. Uma cena clássica de caçadores com roupas cáqui, acompanhados por grande número de carregadores transportando equipamentos e suprimentos, um guia local e sonhos de um feroz troféu em uma parede, viajando através da selvagem África a procura de leões, elefantes e outras exóticas criaturas.

Uma parte daquele cenário do século passado ainda se aplica hoje. Por exemplo, pessoas nos safaris continuam a usar o tradicional “uniforme” (há uma boa razão pela qual eles o fazem!), elas ainda usam guias locais para ajudar a achar a vida selvagem e acampam ao relento à noite. Mas desde o último quarto do século XX, os safaris têm sido menos uma ocasião para caça e mais uma ocasião para aventuras de turistas para observar e fotografar grandes caçadas na África dos ricos parques nacionais e reservas.

Safari Africano

Safari Africano

Mais recentemente, a indústria de turismo expandiu o significado da palavra safari para incluir jornadas e expedições não necessariamente relacionadas à pesquisa pela vida selvagem.Por exemplo, existem safaris a camelo no Egito, safaris nas fazendas da Austrália e safaris de aventura no Alasca.

Mas a mais popular espécie de safari, o tipo que muitas pessoas ainda vêem como a máxima aventura, continua a envolver animais exóticos e passar o tempo livre nas paisagens únicas da África.

Girafas são umas das principais atrações dos safaris Africanos

Girafas são umas das principais atrações dos safaris Africanos

Os safaris proporcionam inesquecíveis férias em família, apesar da maior parte das companhias exigir idade mínima dos integrantes (geralmente 8 ou 9 anos). Embora existam muitos tipos de variações (safaris de elefantes, camelos, cavalos, bicicletas, balões de ar quente e a pé).

Então, jambo! (esta é uma saudação amigável Swahil) E é neste clima de safari Africano que poderá desfrutar dos equipamentos necessarios da Esporte de Aventura.

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