Expedições de Alpinismo

adriana 12 de fevereiro de 2010

O relevo brasileiro não ajuda muito, mas isso não impede que o alpinismo ganhe cada vez mais popularidade no país – o número de praticantes e adeptos cresce ano após ano.

Mas, o que é o alpinismo? Ao pé da letra, alpinismo nada mais é do que a prática de subir montanhas, caminhando ou escalando.

O esporte se consagrou nos Alpes europeus, e tem seu início marcado principalmente pela subida em 1786 do Mont Blanc, ponto culminante da cadeia de montanhas, com 4.807 m de altitude, localizado entre a França e a Itália (Imagem acima).

O nome “alpinismo” remete portanto aos Alpes. Aqui no Brasil, também se usa o termo montanhismo. Alpinismo e/ou montanhismo é uma questão de conceito.

Alpinismo geralmente remete à montanha gelada, com neve. Existe ainda um regionalismo na definição do esporte, como o “andinismo” nos Andes ou o “himalaísmo”, no Himalaia. A nomenclatura depende da montanha existente na região.

Também aqui no Brasil existe uma corrente que diz que montanhismo é qualquer atividade realizada em uma montanha – pode ser até mesmo uma simples caminhada. Já a partir do momento em que você utiliza equipamentos técnicos você está praticando o alpinismo.

E se você curte ou pretende começar uma jornada de montanhismo ou alpinismo, acesse agora o site da Esporte de Aventura e confira nossos produtos de perfeita qualidade, tornando assim suas jornadas cada vez mais fascinantes!


Histórias Incríveis de Sobrevivência: Perdido mas não sozinho

adriana 11 de fevereiro de 2010

O que começou como uma simples caminhada partindo do acampamento em Chute Canyon, em Utah, logo se transformou em acidente para os irmãos Justin e Jeremy Harris. Os dois estavam fazendo rapel num grande rochedo quando Justin escorregou e caiu mais de 3 metros, quebrando a perna logo abaixo do joelho.

Com a noite se aproximando rapidamente, depois de uma breve discussão, eles perceberam que Jeremy precisava deixar Justin para ir atrás de ajuda. “Tudo conspirava contra nós”, disse Justin. “Mas estávamos determinados a continuar vivendo”.

Após Jeremy ter acomodado seu irmão com roupas isolantes, comida e água, retornou ao camping, que estava a 6,4 km de distância. Infelizmente, Jeremy tomou o caminho errado, indo parar num outro cânion, a 3,2 km, em meio a várias fendas cheias de água. Ele sabia que não iria durar muito tempo encharcado e sob baixas temperaturas – então parou e montou uma fogueira para se secar.

No caminho, a lanterna de Jeremy gastou duas cartelas de pilhas e a água acabou. Finalmente, depois de mais de 20 horas desgastantes, Jeremy conseguiu chegar ao camping – e a seu telefone celular – para relatar o incidente. A hipotermia e o choque térmico de Jeremy foram tratados mais tarde, num hospital das redondezas.

Enquanto isso, Justin tentava manter sua perna elevada num amontoado de corda. Ao amanhecer, ele ansiava por temperaturas mais quentes, mas pelo fato de estar num vale tão profundo, viu apenas meia hora dos raios do sol. A esperança de Justin em ser resgatado no mesmo dia também não vingou. Além disso, teve de agüentar mais uma noite de baixas temperaturas antes que o auxílio chegasse. O rapaz ficou entre as escarpas por mais de 36 horas, rodeado por lama e água gelada, lutando contra a hipotermia e contra a dor da perna quebrada.

Jeremy Harris caminhou em meio às fendas cheias de água, semelhante ao que vemos aqui no Bluejohn Canyon

Jeremy Harris caminhou em meio às fendas cheias de água, semelhante ao que vemos aqui no Bluejohn Canyon


Para tirá-lo de lá, o grupo de resgate amarrou Justin num tobogã de fibra de vidro e metal, e ele foi trazido para um rochedo a uma altura de 136 metros. Um membro da equipe colocou um cobertor sobre a cabeça de Justin para ele não perceber a altura durante a suspensão de cinco horas pelo helicóptero.

Justin estava isolado das baixas temperaturas que o rodeavam e tinha comida e água suficiente para mantê-lo enquanto Jeremy buscava ajuda. Enquanto estava preso em meio aos rochedos, ele quebrou as garrafas de água nas pedras e comeu lascas de gelo para se manter hidratado. Esse tipo de raciocínio salvou sua vida. Agora, Justin necessita apenas de um imobilizador de perna. Como muitos outros sobreviventes, Justin disse que pensava em sua família – sua esposa e seus quatro filhos – e isso sustentou sua vontade de sobreviver.

Equipamentos e técnicas de escalada

adriana 3 de fevereiro de 2010

Na escalada esportiva, o equipamento é bem simples. No mínimo, você precisa:

Em uma típica rota esportiva, dois escaladores usariam um equipamento como este:

O primeiro escalador a subir a rota é conhecido como líder. Enquanto ele está escalando, o líder é protegido pela corda amarrada em sua cadeirinha. A outra extremidade da corda é mantida com o segundo escalador, que é conhecido como o segurança. O segurança corre a corda através do instrumento de segurança anexado à sua cadeirinha e libera mais corda enquanto o líder sobe.

Enquanto o líder escala, ele vai para o primeiro pino na parede rochosa. Um pino é uma âncora permanente que foi fixada na rocha. Há um anel de metal anexado ao pino. O líder usa um mosquetão para conectar a corda ao pino. O mosquetão é um par de ganchos anexados por uma rede de nylon. O líder prende o gancho em uma das extremidades do mosquetão para o pino e corre a corda através do segundo gancho na outra extremidade do mosquetão. O líder prossegue pela rota, enganchando cada pino que aparece.

Se o líder cai, o segurança agarra a corda para evitar a queda. A distância máxima que o líder pode cair é igual a duas vezes a distância entre o último pino e sua posição atual, mais a extensão do cabo solto na linha do segurança, e a corda esticada. A corda de escalada estica para absorver o choque da queda. Então, se o líder estiver a 1,2 metros acima do último pino que ele clipou, o escalador vai cair 2,4 metros (1,2 metros para ficar igual ao pino e 1,2 metros além dele), mais a extensão do cabo solto na linha, e a extensão que a corda estica. Em outras palavras, talvez 3,4 metros.

O líder pode escalar uma altura máxima igual a aproximadamente metade da extensão da corda. Se o líder for mais alto do que isso, não será possível para o segurança abaixá-lo de volta para o chão se o líder cair e se machucar. Como as cordas têm de 50 a 60 metros de extensão, isto significa que a distância que o líder pode escalar antes de parar é de 25 a 30 metros.

O líder escala até uma saliência de um rochedo, prende a âncora na rocha com uma pequena corda ou rede e os dois escaladores trocam de função. O líder se torna o segurança de cima para o segundo escalador. O segundo escalador desconecta e recolhe os mosquetões colocados pelo líder enquanto subia.

Uma vez que o líder e o segundo escalador estejam juntos novamente, eles completaram o primeiro largo. Eles então vão repetir o processo para escalar o segundo largo, e assim por diante, até chegarem ao destino.

E se tudo isso sobre escalada, despertou em você a vontade de tentar praticar esse esporte repleto de aventura, acesse o site da Esporte de Aventura e confira nossos produtos de perfeita qualidade que proporcionarão a vocês uma sensação inédita!


A arte de Escalar Montanhas

adriana 2 de fevereiro de 2010

A escalada de montanhas envolve força, controle e habilidade. Usar os músculos de seus braços e pernas para se impulsionar para cima em uma montanha íngreme exige força e controle. Usar o seu cérebro para posicionar as mãos e os pés para que os músculos possam fazer seu trabalho: isso é habilidade.

Neste artigo, vamos ver os diferentes tipos de escaladas e aprender sobre o equipamento e habilidades que os escaladores usam para subir uma montanha que pode ser elevar a milhares de metros.

Um esporte que pode ser feito em interiores em estruturas de escalada de madeira compensada, ou ao ar livre em rochedos íngremes de milhares de metros de altura, a escalada de montanha tem várias modalidades hoje:

  • escalada tradicional: Preso a uma corda, escaladores aos pares usando equipamento profissionais escalam uma montanha carregando bandoleiras de equipamentos especiais. À medida que sobem, colocam calço, nuts (entalador em forma de cunha) e outras formas de proteção de suas bandoleiras nas fendas da rocha. A corda é enganchada a estas peças de proteção para evitar quedas.
  • escalada esportiva: similar à escalada tradicional em muitos aspectos, exceto que as peças de proteção são fixas permanentemente na rocha. Isto torna o esporte de escalada mais seguro, mais rápido e mais barato do que o tradicional.
  • escalada livre solo: similar à escalada esportiva exceto que você não usa corda. Se cair, morre.
  • escalada indoor: similar à escalada esportiva, exceto que os escaladores usam estrutura de escalada interna feita de madeira compensada ou concreto e suportes para mãos e pés fixos na estrutura.
  • escalada no gelo: similar à tradicional, exceto que se escala uma formação de gelo (como uma cachoeira congelada ou uma geleira) ao invés de uma formação rochosa.
  • bloco de rocha: Similar à escalada esportiva, mas você escala em blocos de rocha (ou as laterais de chaminés e edifícios) em vez de rochedos íngremes e penhascos.

Imagine, uma folha de vidro alta vertical de 300 metros contínua e sem emenda. Se você tivesse de escala-la, seria impossível a menos que você tivesse ventosas nas mãos e pés. Agora imagine uma montanha vertical de 300 metros cheias de fendas e afloramentos tão óbvios e tão fáceis de encontrar que você pode escalar como se subisse uma escada. A escalada de montanhas sempre fica entre estes dois extremos.

No caso mais fácil, não há necessidade de habilidade especial. Contanto que uma pessoa esteja em boa condição física, é possível para qualquer um escalar uma montanha como esta. Os escaladores deve ser capazes de encontrar suportes de mão e pé adequados, equilíbrio sobre eles em posições precárias e se movimentar de um ponto ao outro sem cair. Em rotas difíceis pode haver fendas finas com pouco espaço para se segurar, saliências que necessitam de uma força incrível para se atravessar e vento e temperaturas que fazem da rota de subida na rocha a mais desafiadora.

Quando possível, o escalador tenta fazer o máximo do trabalho da escalada usando as pernas. O ideal é que os escaladores tentem manter seu centro de gravidade acima dos pés para depois puxar as pernas para cima. Eles usam os braços e mãos apenas para se equilibrarem e se posicionarem. À medida que a rocha fica mais lisa, é mais difícil manter esta posição ideal. É aí que a força e a agilidade entram. Em rotas mais difíceis, o escalador precisa de uma incrível força nos braços, mãos e dedos e resistência para se fixar à rocha.

Sistema de Classificação

Nos Estados Unidos, os escaladores usam um sistema de classificação padrão para descrever a dificuldade nas diferentes rotas. Há 6 classes nestes sistema, variando de classe 1 (marcha normal) até passeio a pé, caminhada e então escalada na classe 5. Tudo o que é conhecido como “escalada de montanha” cai na classe 5. A classe 6 é para paredes de rocha que são tão lisas que não há como escalar sem auxílio artificial como escadas.

Dentro da classe 5 há 14 níveis diferentes que se distribuem assim:

  • 5,0 até 5,4: nível iniciante. Fácil de escalar, como uma escada.
  • 5,5 até 5,7: nível intermediário. Escalável com sapatos normais ou botas, mas requer mais habilidade.
  • 5,8 até 5,10: nível experiente. Requer calçados de escalada, experiência e força.
  • 5,11 até 5,12: nível perito. Talvez apenas 10% dos melhores escaladores do mundo possam lidar com estas rotas.
  • 5,13 até 5,14: nível elite. Apenas para os melhores dos melhores.

Hoje, o mais fácil e seguro modo de começar a escalar é ir a uma academia de escalada indoor e fazer um curso. Lá você vai aprender as técnicas básicas em um ambiente seguro, desenvolver sua força e habilidade e encontrar outros escaladores. Qualquer cidade grande tem dois ou três ginásios de escalada. Uma vez que você entende os fundamentos, pode encontrar um parceiro e começar pelas rotas esportivas mais fáceis. Conforme adquirir experiência, você pode ir avançando para rotas mais difíceis.

É claro que este artigo, com certeza, te deixou com aquela vontade de escalar montanhas e sentir o ar puro que há no topo delas. Aproveite! Pois a Esporte de Aventura possui produtos novos para Escalada e Rapel, não perca essa chance e acesse já o site da Esporte de Aventura e confira nossos produtos de extrema qualidade para tornar cada dia de sua vida, uma aventura!


Mochileiros, a arte de desvendar o desconhecido

adriana 26 de janeiro de 2010

Nada melhor para despertar a humildade do que o peso de suas próprias posses no sopé de uma trilha íngreme. Você para para observar seus caminhos tortuosos. Suas coxas doem. Suas costas estão latejando. Você começa a fazer as contas. Não há ninguém a culpar a não ser você mesmo pelas quatro latas extras de feijão ou o terceiro par de calçados que você enfiou na mochila no último minuto. Enquanto você sobe a colina, percebe o que teria sido útil para seu corpo – condicionamento físico – e o que não faria falta – calçados irrelevantes – quando você se aprofunda nas matas.

Durante uma viagem de mochila, você presenciará algumas visões espetaculares.

Durante uma viagem de mochila, você presenciará algumas visões espetaculares.

Passear ou viajar de mochila é um desafio e tanto. Você não apenas se entrega à natureza e suas maravilhosas paisagens campestres, mas também faz um ótimo exercício. Se você preparar-se para a viagem de forma ponderada – arrumando sua mochila de forma prática e condicionando seu corpo para as trilhas – colherá a recompensa ao ar livre que você deseja.

Não importa o quanto dure sua viagem, existem alguns materiais básicos que você deve levar – mapas, bússola, água, dispositivo de purificação de água, comida, mudas de roupas, acessórios para chuva, chapéu, filtro solar, óculos de sol, acendedor ou fósforos, faca, lanterna ou farolete, baterias, e um estojo de primeiros socorros. Prepare-se como se estivesse esperando uma enxurrada súbita, mesmo que a meteorologia diga que não haverá. E embora sua mochila tenha sido vendida como à prova de água, separe seus equipamentos em pacotes e sacolas à prova de água que você encontra em lojas de suprimentos para acampamento, ou em sacos de plástico resistente com zíper, para manter suas coisas secas.

Seja inteligente ao preparar sua mochila. Separe suas coisas em sacolas de forma lógica, por exemplo, coloque os utensílios de higiene pessoal todos juntos e coloque-os próximo do fundo da mochila, pois você não vai precisar deles na trilha. Se você estiver preocupado com a possibilidade de chuva, coloque sua barraca por cima de tudo, caso precise pegá-la rapidamente. Coloque seu estojo de primeiros socorros em um ponto designado para que seja fácil alcançá-lo a qualquer momento.

Em uma expedição de mochileiros, o que mais se necessita como mochilas, barracas, calçados, sacos de dormir e outros acessórios você só encontra aqui, na Esporte de Aventura. Acesse e confira:

Equipamentos indispensáveis para escalada em gelo

adriana 25 de janeiro de 2010

A escalada em gelo requer equipamentos diferentes da escalada em rocha comum. O equipamento para escalada em gelo especializado de hoje evoluiu a partir das ferramentas tradicionais para escalada para permitir mais flexibilidade e segurança no gelo e na neve. São toneladas de ferramentas para escolher, dependendo de sua habilidade, seu terreno e a preferência pessoal.

As ferramentas para o gelo são as peças mais importantes e mais caras que um escalador precisa. Quando os escaladores falam sobre ferramentas para o gelo, eles estão se referindo ao que as pessoas geralmente chamam de machados.

Uma ferramenta tradicional para gelo inclui uma correia que você amarra nas mãos para ajudá-lo a não perder a ferramenta. É bem fácil derrubar uma ferramenta e a sua não vai servir para nada se estiver caída a 20 pés (6 metros) abaixo de você.

Uma ferramenta com correia também é útil caso você perca sua trilha e precise ficar pendurado no gelo até alcançá-la novamente. É claro que a sua corda e os cabos também irão segurá-lo, e a sua ferramenta para gelo não será a única proteção. A ferramenta para gelo sem correia, por outro lado, é menos desconfortável e com ela é mais fácil trocar de ferramentas quando você não estiver amarrado ao equipamento.

Os ferros são necessários para um escalador obter tração sobre a neve e o gelo. Como travas, os ferros são pontas de metal que saem debaixo das botas e afundam no gelo enquanto você escala.

Os ferros geralmente possuem pontas que saem da parte da frente do calçado e geralmente fazem o primeiro contato com o gelo. Ferros de um ponto possuem um único ponto na frente, enquanto que os ferros de dois pontos possuem dois pontos na frente. Cada tipo tem suas vantagens. Os de um ponto tendem a ser mais flexíveis para escaladas mistas, quando o terreno varia de gelo para rocha durante o curso de uma escalada. Os ferros de um ponto oferecem melhor penetração no gelo e os de dois pontos oferecem mais estabilidade, porém menos penetração. Alguns ferros também apresentam esporas.

O Escalador de gelo usa botas com ferros

O Escalador de gelo usa botas com ferros

Os escaladores se protegem contra quedas com a utilização de parafusos para gelo e cordas. Eles chamam esse processo de proteção. Enquanto a sua escalada progride, você coloca parafusos para gelo em áreas estratégicas e os prende numa corda que salvará a sua vida, caso você caia. Parafusos bem colocados conseguem suportar centenas de libras ou quilos de força. Mas lembre-se: os parafusos para gelo são somente tão resistentes quanto o gelo em que você os aparafusou.

Não se esqueça do capacete! Você precisará dele para proteger a cabeça e os olhos dos pedaços de gelo que caem. E, é claro, roupas e luvas apropriadas para o clima frio serão necessárias, portanto, confira a loja da Esporte de Aventura e la poderá encontrar equipamentos certos.

A Escalada em gelo

adriana 22 de janeiro de 2010

Para muitas pessoas, familiarizar-se com o gelo significa beber algo congelado. O pior que pode parecer acontecer é o cérebro congelar. Mas os loucos por aventura passam horas e até dias com o rosto contra uma geleira ou cachoeira congelada, utilizando picaretas e cordas para escalarem uma superfície fina, rugosa e ameaçadora. O gosto pelo perigo. Eu vou cair numa fenda de geleira? O meu corpo vai congelar? Uma avalanche vai aparecer do nada? É ele que faz esses praticantes se apaixonarem por esse esporte.

A escalada em gelo evoluiu da escalada em rocha e outras atividades montanhistas. Em altas altitudes, os escaladores precisavam saber como navegar em áreas congeladas e escorregadias, enquanto subiam uma montanha ou face de rocha. Eventualmente, eles começaram a desenvolver ferramentas e equipamentos especializados para superar tais áreas congeladas. Com o tempo, os escaladores começaram a procurar também só por escaladas em gelo.

Escalada em gelo

Escalada em gelo

Hoje, muitos equipamentos de segurança e ferramentas tornam a escalada no gelo mais acessível a qualquer um. Você pode frequentar aulas de escalada; pode fazer escaladas menos extenuantes sob o sol, ou empreender escaladas avançadas de vários dias em temperaturas abaixo de zero. Com o treinamento correto, quase todo mundo consegue escalar no gelo, contanto que a condição cardiovascular esteja excelente e também uma boa proporção peso/força. Especialistas recomendam exercícios específicos para preparar o seu corpo para a primeira escalada, incluindo agachamentos, deadlifts, overhead press, flexões, step e barras.

Com esse clima gelado e muita adrenalina é que nos damos conta que este é um esporte de aventura totalmente prazeroso e que nos proporciona condições excelentes, e é por isso que devemos estar bem preparados com equipamentos de perfeita qualidade. Acesse o site da Esporte de Aventura e confira:

Perfil de um viajante de aventura

adriana 14 de janeiro de 2010

Um estudo da Associação da Indústria do Turismo da América (TIA) mostra que cerca de 20% dos viajantes adultos são turistas de aventura. O mesmo relatório indica que 10% de todos os americanos já embarcaram em férias de aventura.

O perfil das pessoas que embarcam em um turismo de aventura pode surpreender. Enquanto os turistas de aventuras radicais geralmente são homens solteiros com pouco mais de 20 anos e com curso superior, os aventureiros “leves” compreendem uma vasta gama de pessoas: os americanos que estão dentre 50 e 60 anos de idade e as pessoas mais velhas. Mas as mulheres que buscam aventuras é que fazem o segmento da indústria crescer mais rapidamente.

Alcançar o topo do Monte Everest no Nepal produz uma experiência de apogeu poderosa e de mudança de vida

Alcançar o topo do Monte Everest no Nepal produz uma experiência de apogeu poderosa e de mudança de vida

Os benefícios do turismo de aventura podem ser ótimos para homens e mulheres. As férias mais fisicamente extenuantes possuem benefícios óbvios para a saúde e podem ajudar a aumentar a auto-estima por meio de tarefas difíceis. A “experiência do apogeu” que se tem ao chegar ao topo de uma montanha pode ser conquistada alcançando qualquer objetivo físico. Desafios físicos requerem foco e concentração intensos, o que é um excelente exercício mental.

Além de aumentar a auto-estima, existem também benefícios psicológicos. Enfrentar situações de perigo e desconhecidas pode ser uma experiência mentalmente estimulante. Muitos aventureiros afirmam que se sentem mais vivos durante suas viagens e que isso também proporciona auto-conhecimento. Uma noção de calma e leveza da mente também contribui para os ganhos psicológicos do turismo de aventura.

Se pretende conhecer melhor uma vida de aventuras que lhe poderá proporcionar auto-estima e conhecimento, acesse a loja da Esporte de Aventura e confira nossos equipamentos para expandir seus horizontes:

Como funciona o turismo de aventura

adriana 13 de janeiro de 2010

Imagine-se remando em um caiaque na densa floresta tropical da Amazônia. Ou caminhando lado a lado com os poderosos elefantes da África? Talvez uma viagem de bicicleta ao longo da Grande Muralha da China ou uma montaria de gado rústica pela Patagônia seja mais a sua cara. E que tal uma viagem para o espaço? Se qualquer uma dessas viagens selvagens parece uma grande maneira de passar as férias, então é sinal de que o turismo de aventura pode ser o ideal para você.

Se a idéia parece divertida, então uma aventura de base jumping é a melhor opção para você

Se a idéia parece divertida, então uma aventura de base jumping é a melhor opção para você

Uma das manias que mais cresce no ramo do turismo é o turismo de aventura. Definir exatamente o que isso significa é um pouco complicado. Para alguns, aventura pode significar caminhadas e pedaladas de lazer. Para outros, isso significa um base jumping em uma caverna subterrânea do México. As principais facetas do turismo de aventura geralmente incluem viagens para locais distantes, interação com culturas diferentes e a prática de algum tipo de atividade física.

O turismo de aventura é geralmente agrupado em duas categorias:

  • Aventuras radicais: envolvem algum tipo de atividade esportiva extrema e quase sempre perigosa. Paraglider, escalada, surfe, exploração de caverna e mergulho em locais remotos e exóticos são alguns exemplos de aventuras radicais.
  • Aventuras leves são direcionadas para o lazer, educativas e não envolvem aventuras perigosas e extenuantes. Turnês culinárias e de vinhos, observação de pássaros, turnês de arquitetura e peregrinações religiosas são atividades consideradas como aventuras leves.

O pai da viagem de aventura é Leo Le Bon, co-fundador da Mountain Tours, a primeira empresa de turismo de aventura do mundo. Em 1967, Le Bon e oito amigos fizeram a primeira expedição comercial para a região de Annapurna, no Nepal e fundaram uma companhia de viagem quando voltaram.

E o mais importante, tudo para tornar sua vida uma aventura, somente aqui na Esporte de Aventura que fornece a você tudo desde o mergulho no fundo do mar à escaladas em montanhas de grande altitude. Acesse e veja:

http://www.esportedeaventura.com/

As 5 melhores montanhas para escalar

adriana 12 de janeiro de 2010

Existem apenas 14 montanhas com cumes que estão acima dos 8 mil metros. Atualmente, os avanços tecnológicos e um número elevado de empresas especializadas em viagens de aventura e escaladas de montanhas permitem a um vasto público interessado explorar alguns dos picos mais remotos do mundo.

Monte Everest

Monte Everest

Algumas dessas montanhas têm até mesmo cumes que possuem mais de 3.352 metros e são dificílimos de ser escalados. Você precisaria que um avião o deixasse lá. Embora esses picos sejam completamente inacessíveis para a grande maioria dos montanhistas amadores, os alpinistas profissionais procuram exatamente por eles para fugir das multidões e subir na solidão. Já outras cadeias de montanhas são mais fáceis de ser escaladas e fazem a alegria do final-de-semana daqueles que querem se aventurar, porém, sem ter que enfrentar situações muito complicadas.

Se precisar de equipamentos para escalada, acesse http://www.esportedeaventura.com/

Então, onde estão esses picos? Nossa lista inclui montanhas que atraem tanto os novatos como os alpinistas mais experientes.

  • Monte Kilimanjaro: está localizada perto da fronteira do norte da Tanzânia e tem aproximadamente 5.892 metros de altura.
  • O Matterhorn: uma das mais populares montanhas de escalada do mundo, tem uma elevação de 4.478 metros.
  • Fitz Roy e Cerro Torres: na Patagônia, chegam a alturas impressionantes. O pico do Fitz Roy, 3.375 metros acima do nível do mar, e do Cerro Torre, 3.128 metros.
  • Monte McKinley: O pico mais alto da América do Norte, tem torres que chegam a 6.194 metros de altura. Ele é cercado por cinco geleiras e numerosas cascatas de gelo.
  • Monte Everest: Elevando-se aproximadamente 29.035 pés acima do nível do mar, é considerado “a escalada final”: é a montanha mais alta da face da Terra. Os alpinistas precisam obter uma permissão dos governos do Nepal ou da China para escalar o Monte.